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Conforme vem sendo divulgado pelo FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL, o Brasil ocupa atualmente o 57º lugar em competitividade e eficiência econômica, motivado pelas variáveis: qualidade das instituições públicas, disponibilidade tecnológica, financiamentos desnecessários, corrupção e demais fatores concentradores de renda. Vale lembrar que isto se dá mesmo diante de pequenas iniciativas saudáveis em direção às TECNOLOGIAS LIVRES, MAS QUE AINDA SÃO INJUSTIFICAVELMENTE MUITO MOROSAS, TÍMIDAS, LENTAS, TARDIAS e quantitativamente mínimas em relação ao tamanho da população e suas necessidades proporcionais AO ATRASO DA INCLUSÃO DIGITAL PRODUTIVA PROMOVIDA POR POLÍTICAS PÚBLICAS. A mesma pesquisa aponta a Finlândia ocupando o primeiro lugar (não é coincidência que seja justamente o país natal de Linus Torvalds, um dos principais programadores do Projeto GNU/Linux, juntamente com brasileiros como Marcelo Tosatti, Alfredo Kojima, Carlos Morimoto, Luiz Blanes, e muitos outros), como a economia mais competitiva do mundo. Claramente devemos reduzir de modo extremamente salutar os gastos públicos com a hegemonia de GRUPOS E PESSOAS QUE APOIAM, CONSCIENTES OU NÃO AS TENTATIVAS DE PERPETUAR UM SISTEMA DE FAVORECIMENTO de empresas monopolistas norte-americanas como Microsoft (Windows/Office e programas de empresas parceiras e colaboradoras) e seu principal proprietário o atual homem mais rico do mundo, Bill Gates que acumula a fortuna de 60 bilhões de dólares, muitos destes dólares vindos de governos como o nosso, dinheiro que deve incentivar os profissionais e as empresas nacionais que a anos dão o sangue desenvolvendo PROGRAMAS E VERSÕES GNU/LINUX sem qualquer incentivo governamental de maior expressão prática dadas as desproporções de RECURSOS DESTINADOS. Sabendo que o Sebrae vem implantando desde o começo de 2004 a chamada metodologia de Gestão Estratégica Orientada para Resultados (GEOR) em todas as suas unidades nacionais, em diversos setores, e tendo investido cerca de R$ 152,7 milhões, com objetivo, segundo o presidente da entidade Sr. Silvano Gianni, de monitorar e dar maior transparência às ações do Sebrae, prestando contas à sociedade do trabalho que vem desenvendo em prol das micro e pequenas empresas, e diante deste fato, salientamos o quanto é imprescindível, não apenas que o Sebrae, como órgão governamental, internamente, utilize sistemas operacionais e aplicativos de código livre nas estações de trabalho de suas sedes e de seus escritórios, uma vez que estas ferramentas digitais são constantemente atualizadas de modo economicamente mais viável para o País, para o Órgão, para as pessoas, profissionais e empresas que este assessora assim como todos aqueles que querem empreender e que justificam sua existência e os recursos destinados e empregados. Cabe também ao SEBRAE incentivar as empresas e os municípios em que atua a utilizarem GNU/LINUX em sua estações de trabalho, visto que terão maior acesso à tecnologia, sem desperdício de verbas com licenças de domínio privado. Uma grande iniciativa sugerida neste sentido é que o Sebrae utilize todos seus meios para isto; Desde seu novo Centro do Empreendedor, que além de usuário pode ser excelente divulgador do sistema de tecnologia mundial livre, já que o mesmo é sem dúvida alguma, a forma mais eficiente de se aplicar tecnologia e conhecimento digital nas consultorias de gestão do Sebrae e nos projetos que atuam nas universidades em parcerias com as empresas e comunidades locais.Também na instalação de Postos de Atendimento ao Empreendedor nos 25 municípios previstos no Estado de São Paulo. Nós, do INCLUDE (grupo de cidadãos e profissionais), temos real interesse em trabalharmos junto ao Sebrae no que se refere à educação empreendedora e aplicação de métodos inovadores e criativos rumo ao grande avanço tecnológico que vislumbramos para nossa sociedade brasileira, que apesar de estar entre as primeiras nações em potencial empreendedor, ainda apresenta excessivamente elevado índice de desemprego e fechamento de micro e pequenas empresas. Queremos, juntos reverter este quadro através de credenciamento TRABALHADORES AUTÔNOMOS E EMPRESAS NACIONAIS para consultoria representativa do Sebrae e cadastramento para concorrências de implantação de softwares.(LIVRES CLARO!)
Hoje os países que possuem melhor estrutura política e social são os que mais se beneficiam da tecnologia na posição de produtores. A internet é uma poderosa ferramenta que deve ser usada para o desenvolvimento social mas seu potencial educacional está sendo desperdiçado a anos. Apesar da velocidade com que evoluem as necessidades educacionais, orgãos como o MEC / UNIREDE ainda não disponibilizaram todo o conteúdo de 1º, 2º e 3º grau genérico segundo os critérios oficiais, para graduação através da internet para acesso de qualquer cidadão, criança ou adulto que deseje estudar num dos postos públicos de acesso, que ainda são muito escassos no país devido ao aumento do seu custo de implantação pelas licenças dos softwares proprietários (não livres, como MS-Windows) que jamais deveriam ser usados para esta finalidade por minarem recursos governamentais numa espriral de consumo em benefício de bilionários. Monopólios privados das telecomunicações impedem o acesso das pessoas simples à rede mundial, agindo como donos da Internet bloqueando o acesso por meio de tarifas abusivas e desnecessárias. 75% da população brasileira (por ironia, possíveis clientes para estas empresas) encontra-se excluída da educação por meio digital devido a práticas de intermediação extorsiva que inviabiliza e engessa o mercado gerando desemprego. Políticas empresariais e públicas de fachada, concorrências mais teatrais (de aparência, na prática) do que oferecendo reais opções, acordos de cavalheiros quanto a áreas que receberão investimentos em cabeamento como ocorre na cidade de São Paulo, fazem parte de tudo que deve ser combatido com a oferta de reais alternativas para gerar real progresso social.
-Que com o apoio e os equipamentos arrecadados por todas as ONGs de inclusão digital interessadas tome as decisões necessárias para que a Unirede efetivamente funcione como uma UNIVERSIDADE 24 HORAS de modo compatível com a velocidade do desenvolvimento tecnológico para oferecer GRADUAÇÃO SUPERIOR através de todas as Universidades Brasileiras, acessível a qualquer brasileiro que utilizar um posto público de Internet (levado à categoria de uma unidade de campus virtual em tempo real e 24 horas por dia) para que a Educação / Formação realmente seja possibilitada e respeitada em nosso País.
-A inclusão por parte do MEC da disciplina Educação Tecnológica em todas as escolas estaduais e municipais de primeiro, segundo e terceiro grau com a introdução dos conceitos da produção de TI (desde o nível mais básico e fundamental das tecnologias de hoje até onde podemos chegar) , ASSIM COMO A UTILIZAÇÃO DAS ESCOLAS EM TEMPO INTEGRAL SEM QUALQUER TEMPO OCIOSO, POR TODA A COMUNIDADE, SENDO TODAS TRANSFORMADAS EM CENTROS DE ESTUDOS E COMUNICAÇÃO DIGITAL ELEVANDO-AS À CONDIÇÃO DE UNIDADES DO CAMPUS DA UNIREDE, Seguindo o exemplo da maioria das Universidades que são referência mundial como o MIT. O reconhecimento e manifestação pública em discurso oficial apoiando e indicando a necessidade de a expansão dos Programas de Código Livre.
-A criação por parte dos Ministérios da Ciência e Tecnologia, da Educação, do Planejamento e do Trabalho de uma simples página comum em seus endereços na internet disponibilizando os sistemas Operacionais GNU/GPL/LINUX para gravação em disco, em todas as versões já lançadas (principalmente as brasileiras e as com suporte ao português ) e seus respectivos Códigos Fonte, uma vez que estes sistemas atendem a todas as necessidades e funções sociais fundamentais destes Ministérios.
-Que conduzam a USP ao consórcio UNIREDE, como o MIT, acompanhando a modernidade e apoiando efetivamente a possibilidade científica da educação e formação remota em tempo real, dando chance aos brasileiros que precisam de 3º Grau e de qualidade e estão impedidos por falta de tempo, condições financeiras, limitação de vagas devido à estrutura monolítica, exclusivista e elitizante (no sentido negativo) das faculdades estaduais, entre outras limitações como à distância dos Campus , reduzida à de um Telecentro, Infocentro, Escola Estadual, Municipal ou Federal de 1º e 2º Grau.
-Que aumente o poder de expansão, o significado e a profundidade de todos os projetos dos Telecentros com apoio Federal e do Terceiro Setor, ampliando a força da infra-estrutura de equipamentos e pessoal da PRODAM, para que utilize mais efetivamente o amplo espaço do Centro Cultural de São Paulo um dos maiores pólos e espaços culturais da cidade, e talvez o mais democrático por ser mais central e atender com mais facilidade as consultas de pessoas de todas as regiões, hoje com 20 anos de existência e frequentado por apenas 10% da população da cidade) em parceira com ONGs como IIC-FGVSP, MetaReciclagem, FSF, INCLUDE e CDI para a aceleração criação de um dos maiores Centros Culturais Digitais e Centros de Inclusão Digital do Mundo, (um mínimo de 100 máquinas para operação na Bibiblioteca e 200 máquinas para estudos e desenvolvimento no porão para uma população de 15 milhões de pessoas) atendendo quase sem custo (ao mínimo custo possível para um governo) a estudantes e pessoas de todas as regiões em trânsito.
-Que entendendo cultura como cidadania plena em exercício, utilizem gravadores de CD (pelo menos um) para aproveitar os CDs com programas livres que são distribuídos com as revistas de informática como Revista do Linux, PCMASTER, GEEK, e outras, e que se providencie que as mesmas sejam recebidas pelo CCSP para distribuir cópias destes sistemas digitais para qualquer interessado em utilização, estudos científicos de informática e computação, trabalho, assim como para gravação de programas como DES, Receitanet, e muitos outros Públicos para garantir a cultura da cidadania Paulistana e Brasileira na maior escala possível,
-Que entendendo Cultura amplamente como Cultura Profissionalizante, Cultura Trabalhista, Cultura para os Trabalhadores, conceda espaço no gigantesco porão do Centro Cultural de São Paulo (Rua Vergueiro 1000) para criação da USINA PAULISTANA DE PROGRAMAS DE CÓDIGO LIVRE (Núcleo de Inclusão no Desenvolvimento Digital-Proposta INCLUDE) e USINA PAULISTANA DE RECICLAGEM DE COMPUTADORES (Núcleo de Montagem, Manutenção, e Configuração de Computadores) USINA DIGITAL MILÊNIO 3 (para estudos de tecnologias de última geração) para que ONGs (como INCLUDE, MetaReciclagem, CDI, IIC-FGVSP), e outras, assim como Universidades e Empresas em consórcio, possam implantar juntos e apoiar estes projetos.
À REDE NACIONAL SESC:
Que a exemplo da unidade Vila Mariana em São Paulo -SP que utiliza o OpenOffice, incentive as empresas brasileiras que desenvolvem GNU/Linux, implantando este sistema de forma paralela em suas redes de Internet Livre, para o que pode contar com apoio e suporte INCLUDE cobrindo no mínimo os custos elementares de refeição e trasnporte.
A VENDA CASADA DE HARDWARES E SOFTWARES
Autor: Leonardo Bezerra Cunha Fonte:
Infojus
O Código de Defesa do Consumidor foi criado coma função de
tutelar e proteger os direitos daquele que numa relação negocial está figurado
pela vulnerabilidade, o consumidor.
O legislador pátrio inovou, com relação
à política de proteção aos direitos fundamentais e universais adotada pela ONU,
ao incluir no artigo 6º, IV do CDC, referente direitos básicos do consumidor, a
proteção contra práticas abusivas impostas no fornecimento de
produtos.
Segundo Tupinambá Miguel Castro do Nascimento, citado por Almeida,
"são práticas abusivas comerciais, nas relações de consumo, que ultrapassam a
regularidade do exercício de comércio e das relações entre fornecedor e
consumidor" (1). O artigo 39 seção IV do CDC, especifica sobre o assunto,
incluindo uma série de comportamentos abusivos, de caráter meramente
exemplificativo, não afastando a hipótese de atualização do conteúdo da lei
diante de uma interpretação teleológica por parte do julgador.
O inciso I da
art 39 inclui como prática abusiva à "venda casada". Basicamente se constitui
pelo condicionamento de produto ao fornecimento de outro produto ou serviço.
O objetivo central de tal proibição está em estabelecer proteção a um
direito essencial do consumidor, a livre escolha. Além da coibição à livre
escolha a venda casada, outrossim, é prejudicial à livre concorrência negocial
e, no caso específico, torna-se até arbitrária - venda casada de hardwares e
softwares.
É comum encontrarmos nos lojas a oferta de computadores que já
trazem instalados programas de software, em especial os programas da Microsoft.
A venda casada (art. 39, I) é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, e é
prejudicial à concorrência, pois utilização de outro sistema operacional pode
ser feito, sem que haja o devido abatimento no preço do software comercial
pré-instalado.
Os fabricantes e comerciantes, em sua maioria, procuram
disponibilizar computadores nos quais já estão instalados o sistema operacional
MS Windows e seus derivados. Parte das vezes encontramos até computadores com a
instalação ilegal do referido Sistema Operacional, ou seja, a instalação de
softwares comerciais piratas.
A impossibilidade de livre escolha do software
acarreta, de forma não tão exagerada, outro perigoso problema social - a
monopolização na venda e instalação de sistemas operacionais nos
computadores.
Algumas medidas já estão sendo tomadas no intuito de coibir tal
abuso. Uma das principais tem-se no campo do Direito Administrativo. O projeto
de lei 1793/03 do deputado federal Sérgio Miranda (PCdoB-MG) que inclui no
artigo 40 da Lei 8666/93, que disciplina a aquisição desvinculada do hardware ao
software. Segundo reportagem do site Diário Vermelho "O parlamentar argumenta
que a venda casada de hardware com o sistema operacional Windows, praticada pela
empresa Micorsoft ´tem inviabilizado a livre disputa com o sistema operacional
aberto GNU-Linux`. Para ele, a venda casada é ´injusta e incompatível com os
princípios da ampla concorrência`, em razão da pressão exercida por ´empresas
que dominam de forma monopolista o setor` sobre as montadoras e produtoras de
computadores" (2)
O parlamentar ainda argumenta que "a possibilidade da
administração pública usufruir de um sistema operacional alternativo ao
dominante, abre, ainda, outras chances de desenvolvedores nacionais de programas
abertos oferecerem seus produtos ao Estado. É sabido que o sistema operacional
aberto apresenta compatibilidade com inúmeros programas proprietários, o
contrário, entretanto, não é verdade, ou seja, o sistema operacional monopolista
não cede espaço aos programas abertos, que não rodam sob seu domínio"(3)
Na
contra-mão, o Conselho Nacional de Política Fazendária - Confaz, planejou,
diante do Convênio ICMS 78/97, a criação do SINTEGRA. "O SINTEGRA consiste num
conjunto de procedimentos administrativos e de sistemas computacionais de apoio
que está sendo adotado simultaneamente pelas Administrações Tributárias das
diversas Unidades da Federação. Do lado dos contribuintes, o propósito é o de
simplificar e homogeneizar as obrigações de fornecimento de informações
relativas às operações de compra, venda e prestação de serviços. Do lado dos
fiscos estaduais, o objetivo é o de propiciar maior agilidade e confiabilidade
ao tratamento das informações recebidas dos contribuintes e à troca de dados
entre as diversas UFs"(4)
O programa de arquivos magnéticos só pode ser
gerado com base de sistemas operacionais Windows, conforme está comprovado pelo
quadro abaixo, retirado do próprio site do SINTEGRA:
"Validador do
Sintegra
Descrição: Programa para validação de arquivos magnéticos no formato
definido pelo Convênio ICMS 57/95 e alterações. O programa VALIDADOR SINTEGRA
valida e grava o arquivo preparando-o para entrega nos Fiscos Estaduais. Veja o
item Recepção de arquivos.
Instalação: Para instalar o VALIDADOR SINTEGRA,
faça o download do arquivo de instalação para seu microcomputador e execute o
arquivo SINTEGRA.EXE. A instalação do VALIDADOR SINTEGRA deverá ocorrer após a
instalação do programa de Transmissão Eletrônica de Documentos - TED, que será
responsável pelo módulo de transmissão dos arquivos via internet.
Ambiente:
Windows 95/98 ou superior
Programa de Transmissão Eletrônica de Documentos -
TED
Descrição: Programa de transmissão de arquivos gerados pelo VALIDADOR
SINTEGRA. O TED permite a transmissão dos arquivos do convênio 57/95 para as
administrações tributárias dos Estados e do DF. Veja o item Recepção de
arquivos.
Instalação: Para instalar o TED, faça o download do arquivo de
instalação para seu microcomputador e execute o arquivo TED.EXE.
O uso do
programa TED em rede, exige que a porta 8017 esteja desbloqueada. Os parâmetros
do programa deverão ser periodicamente atualizados por meio da opção "Atualizar"
disponível no item "Sobre" o programa.
Ambiente: Windows 95/98 ou superior"
(5)
O programa SINTEGRA está totalmente em desconformidade com o projeto
de lei do deputado Sérgio Miranda, assim como, a política governamental de
incentivo ao Software livre. A exemplo situa-se o SERPRO, SERVIÇO FEDERAL DE
PROCESSAMENTO DO MINISTERIO DA FAZENDA, que estuda a utilização do software
alternativo, conforme bem se observa pelo texto abaixo:
"Na edição 143 da
Revista Tema, de janeiro/fevereiro de 1999, foi possível um importante contato
com o LINUX, sistema operacional aberto, projetado para uso em PCs Intel 80386
ou superior, usado em 90% dos provedores de acesso à Internet a até mesmo pela
NASA. Grandes empresas de informática se renderam a ele, de tal forma que já
lançaram a versão LINUX, para praticamente todos os seus produtos
comercializáveis.
Em função do crescente número de usuários em nível
mundial e da sua aceitação no mercado brasileiro, a Unidade de Processos
Corporativos - UC do SERPRO, através do responsável pelo processo corporativo-
Tecnologia da Informação, Luís Gustavo Loyola dos Santos, encomendou à SUNAC uma
análise do produto, com vistas a utilização desta plataforma no âmbito da
Empresa. Coube ao Departamento de Tecnologia Aplicada da SUNAC, sob orientação
do profissional Sérgio Guimarães, a tarefa de coordenar os trabalhos e à
Regional da SUNAC em Recife, sob a regência de Iran Martins Porto, a sua
operacionalização."(6)
A política adotada pelo SERPRO está basicamente
em incentivar o uso de software livre, de forma imparcial e profissional, no
intuito de proporcionar ao cidadão maior garantia de acesso livre a seus dados,
em conformidade à probidade administrativa. Vê-se, portanto, que órgão de
informatização do CONFAZ, posta-se alienígena À política de incentivo científico
do Ministério da Fazenda, via SERPRO.
Tanto o projeto de lei quanto os
incentivos governamentais preocupam-se com a monopolização na administração
pública, no entanto a desvinculação do hardware ao software deve-se direcionar,
também, ao consumidor que terá a vantagem de poder escolher livremente programas
alternativos que satisfaçam os seus reais interesses. A "venda casada" do
hardware com o software leva o consumidor a adquirir produtos que não são de seu
interesse e, por conseguinte, lhe são fornecidos produtos não solicitados,
infringindo, assim, o inciso III do artigo 39 do CDC, tendo em vista que a
aquisição de um software alternativo (ou software livre) o beneficia em utilizar
um programa que esteja compatível com suas verdadeiras necessidades.
É
obrigação do fornecedor abater no preço do computador o valor sistema
operacional, mesmo que seja instalado "gratuitamente", sob pena de infringir
outro disposto normativo, o inciso IX do já citado artigo 39 do Código de Defesa
do Consumidor, eis que o fornecedor de bens "não pode se recusar a vender bens a
quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento".
Portanto tem-se a
pertinência do ingresso de ações civis públicas para proteção do consumidor,
tanto nos direitos difusos como os coletivos e os individuais homogêneos,
conforme dispõe o artigo 81, incisos I a III do CDC.
A proibição da "venda
casada" de hardware e software estimula a competitividade e, conseqüentemente,
provendo a chance de melhores escolhas e mais específicas ao consumidor. O
consumidor que tenha a liberdade de escolha do software terá a chance de
utilizar um programa que realmente satisfaça suas necessidades, sem que pague um
preço abusivo sobre sua licença, ou que cometa qualquer crime autoral, por
utilizar software comercial não licenciado.
Notas:
(1) ALMEIDA, João
Batista de. Manual de Direito do Consumidor, 2003, p.90
texto encontrado no
site www.vermelho.org.br/diario/2003/0822_sergio.asp
texto encontrado no site
http://www.esapa.org.br/apresentasite.asp?O=100&T=121
(2) Sistema
Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com (3) Mercadorias e
Serviços
(4) http://www.sintegra.gov.br/
(5) www.sintegra.gov.br
(6)
http://www.dicas-l.unicamp.br/dicas-l/990825.html
Bibliografia
ALMEIDA,
João Batista de. Manual de Direito do Consumidor, São Paulo. Saraiva,
2003
GRINOVER, Ada Pelegrini [et al.] Código de Defesa do Consumidor:
comentado pelos autores do anteprojeto 7ª ed. Forense Universitária. Rio de
Janeiro., 2001
NUNES, Luiz Antônio Rizzatto Curso de Direito Comercial com
Exercícios São Paulo. Saraiva, 2004
Código de Defesa do Consumidor - Lei
8078, de 11de setembro de
1990.
http://www.sintegra.gov.br
http://www.dicas-l.unicamp.br
http://www.esapa.org.br
www.vermelho.org.br
-Alguns Projetos INCLUDE:
Através do aproveitamento do tempo ocioso e disponível de estruturas de rede de computadores em laboratórios de Organizações e Instituições parceiras, prover:
Curso Livre de Programação Multiplataforma:
PRIMEIRA PROPOSTA DE PARCERIA: UNIVERSIDADES
Foco na Inclusão Digital Produtiva e Qualificação Profissional Autônoma Ampla através de Organizações e Instituições Civis, Públicas e Privadas Promotoras de Inclusão Digital, provendo Qualificação e Educação Profissional Prática e Produtiva,visando a autonomia organizada e o empreendedorismo.
Suporte para Implantação e Manutenção de Código Livre no Terceiro Setor (ONGs), para Instituições Públicas e Organizações Privadas:
Provisão de Suporte a diversos projetos sociais de Inclusão Digital e Qualificação Profissional (com foco principal na produção, no trabalho autônomo e no empreendedorismo), todos incluindo Código Livre (conhecimento científico aberto à população mundial) e Suporte à implantação Estatal e Privada de projetos relacionados ao uso, desenvolvimento, otimização, atualização e redução de custos através do uso de Tecnologia Informática Livre.
Primeira Proposta de Parceria:
Projeto : Inclusão Digital e Qualificação Profissional Produtiva - Produção de Tecnologias Lógicas da Informação e da Comunicação.
*Grupo INCLUDE - Inclusão em Desenvolvimento Digital (76 Profissionais Integrantes, dos quais apenas 3 se reportarão junto a cada ONG/Instituição/Empresa parceira e serão os únicos que inicialmente participarão das atividades propostas)
Objeto, Missão Social e Metas Pedagógicas:
Implantação de Cursos Livres, Abertos e Acessíveis de Programação em Informática e Computação Genérica: Básica, Intermediária e Avançada com foco na Programação Multiplataforma e Multilinguagem , objetivando o Entendimento, o Desenvolvimento e a Criação de Programas para Computadores e Similares, com Capacitação para os Estudos de modo objetivo, o Desenvolvimento e a Produção de Acessórios Lógicos para Computadores através de uma programação focada na Escalabilidade, Versatilidade e Compatibilidade (Utilidade) com qualquer Sistema e Arquitetura Computacional.
Segue um exemplo do Formato* dos Cursos e Programação de Aulas a serem ministradas na Sede da Organização / Instituição aos finais de semana ou em dias úteis, conforme a estrutura disponível Ex: Uma Sala de laboratório de informática com capacidade para 40 Alunos disponível no Período das 09:00 às 12:00 h
*(Índice, planejamento, cronograma de aulas, primeira parte do material didático: Tanto este programa de curso como esta primeira parte do material didático serão personalizados e revisados de forma dinâmica em função do perfil e demanda de alunos identificados através do modelo Ficha de Perfil e Conhecimentos Prévios, em conformidade com os critérios técnicos e diretrizes pedagógicas comuns à ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL Educacional/Social e o Grupo INCLUDE conforme as necessidades constatadas pelos parceiros ).
Meta Inicial por Organização e para cada laboratório disponível:
4 Turmas de 40 Alunos (exemplo p/ Sábados e Domingos)
Sábado Domingo
Turma A Turma C
09:00 às 10:30 09:00 às 10:30
Turma B Turma D
10:30 às 12:00 10:30 às 12:00
Módulo Básico
Pré-Requisitos:
Conhecimento Intermediário de Operação de Sistemas Operacionais e Aplicativos (alunos externos ou oriundos de possível curso de segundo nível a ser promovido pelos Núcleos e Escolas de Inclusão)
Duração do Módulo Básico: 6 Meses
Frequência de Aulas: Semanal
Total de Aulas: 24 de 1 hora e 30 minutos cada
Carga Horária Total do Módulo: 36 Horas
Módulo Intermediário
Pré-Requisitos:
Conhecimento Intermediário de Operação de Sistemas Operacionais e Aplicativos+ Módulo Básico do Curso de Programação ou conhecimento equivalente.
Duração do Módulo Intermediário: 6 Meses
Frequência de Aulas: Semanal
Total de Aulas: 24 de 1 hora e 30 minutos cada
Carga Horárias Total do Módulo: 36 Horas
Módulo Avançado
Pré-Requisitos:
Conhecimento Intermediário de Operação de Sistemas Digitais + Módulo Intermediário do Curso de Programação ou conhecimento equivalente.
Duração do Módulo Avançado: 12 Meses
Frequência de Aulas: Semanal
Total de Aulas: 48 de 1 hora e 30 minutos cada
Carga Horária Total do Módulo: 72 Horas
Carga Horária Total do Curso (3 Módulos): 96 aulas: 144 horas
As aulas são divididas em 3 blocos de 30 minutos cada para explanação de assuntos específicos, sendo que o curso completo é composto por 432
blocos (assuntos e execícios).
Os Módulos são sequenciais mas independentes com aulas distribuídas entre 3 instrutores : 32 aulas e 32 atuações como monitor.
Previsões Orçamentárias Estimativas de Receitas Possíveis e Médias de Custos para Plena Implantação
Financiamento: O projeto se propõe a ser auto sustentável financeiramente através da cobrança de mensalidade de
R$ 30,00 a R$ 50,00 para cobertura de custos (parte coberta pelos alunos) mas este custo mensal também pode ser subsidiado através de recursos públicos, privados ou parcerias conseguidas com terceiros para cobertura das despesas de luz, materiais de estudo como programas e mídias, manutenção e reposição de equipamentos, material didático, a organização geral do curso, limpeza, proventos, reembolsos e ajuda de custo dos instrutores/monitores,etc.
R$4800,00 (para mensalidade de R$30,00) a
R$8000,00 (para mensalidade de R$50,00)
Destinação, Distribuição e Divisão dos Recursos para Cobertura do Custo Mensal de Operação:
Para a ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL :
R$4000,00 da receita (para uma mensalidade de R$ 50,00 sendo retidos R$ 25,00 por aluno para cobertura de custos e despesas estruturais da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL )
R$ 800,00 de receita (para uma mensalidade de R$ 30,00 sendo retidos R$ 5,00 por aluno para cobertura de despesas da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL )
Para o INCLUDE:
R$ 1333,00* para remunerar cada instrutor/professor
cobrindo parte de seus custos de atualização, pesquisa e infra-estrutura profissional individual, assim como transporte e alimentação (R$1000,00+R$333,00)* (retenção exclusiva de R$25,00 por aluno)
*Durante o Módulo Básico um professor irá monitorar a qualidade de operação para o outro, acompanhando e controlando diretamente o desempenho de cada aluno dando apoio e tirando dúvidas diretamente nas estações de trabalho. Inicialmente os professores exercerão estas duas funções em alternância, devendo futuramente indicar outras pessoas do grupo INCLUDE Preparadas para substitui-los na tarefa de monitoração, destinando a estas pessoas R$ 333,00 do valor acima para a função de monitor.
Implantação através de Parceria do Grupo INCLUDE-Inclusão Digital no Desenvolvimento Eletrônico com a ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL interessada
Estrutura cedida pela ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL que será responsável por cogestão, divulgação, total apoio e respaldo pedagógico.
Valores estimados para mensalidade:
R$ 30,00 a R$ 50,00 por aluno. Sugerimos a busca
de financiamento público ou privado para cobertura de bolsas para interessados que não estejam em condições de cobrir estes custos.
Destinação dos recursos: R$ 25,00 por aluno/mês
para os professores e R$5,00 a R$ 25,00 para a ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL Social Provedora da Estrutura e Laboratório.
Meta Inicial: Um total de 160 alunos por ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL (40 por turma, 4 turmas):
Todas as estratégias de redução, anulação ou minimização de custos foram cuidadosamente elaboradas para cada caso, Sendo apresentadas extraordinariamente as soluções alternativas encontradas conforme estudos conjuntos. As Metas, Estimativas, Previsão de Receita e CustoTotal para esta parte do Projeto foram consideradas em função das possibilidades acima apresentadas se oferecidas a estrutura e as condições operacionais pela ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL .Os custos abaixo são considerados para multiplicar uma inclusão digital plena, e podem ser cobertos por doações, e itens pré-existentes na organização (desde que disponíveis), empréstimos de parceiras, etc.Não sendo possível dispor de alguns dos itens abaixo os cursos podem ser realizados mas com óbvia perda de poder de inclusão, nível de avanço e aperfeiçoamento.
Plano de Custos Estimados para implantação e transcurso dos primeiros 24 meses do Projeto (reduzido com a compra de equipamentos a partir das próximas operações pedagógicas de inclusão):
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ITEM DE CUSTO |
NECESSIDADE E JUSTIFICATIVA |
CUSTO MÍNIMO POR ALUNO PARA CURSAR 24 MESES |
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AJUDA DE CUSTO PARA PESQUISA E TRABALHO DOS INSTRUTORES |
RECURSOS HUMANOS E ESTRUTURAIS |
R$720,00 (composto por R$ 30,00 mensais por 3 modulos) |
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MÍDIAS |
GRAVAÇÕES E TESTES |
R$ 50,00 |
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GRAVADORES MULTIFORMATO |
GRAVAÇÕES, PRODUÇÕES E TESTES |
R$ 25,00 |
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DIGITALIZADORES |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 5,00 |
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CAMERA DIGITAL |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 2,50 |
|
PLACA DE TV E RADIO |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 15,00 |
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LEITOR ÓTICO |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 3,50 |
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MULTIFUNCIONAL |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
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CHAVES-MEMÓRIA |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
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LEITOR DE CARTÃO |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
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VALISES |
SUPORTE PROFISSIONAL |
R$ 5,00 |
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DOCUMENTOS |
SUPORTE PROFISSIONAL |
R$ 25,00 |
|
REGISTROS |
SUPORTE PROFISSIONAL |
R$ 25,00 |
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DOMINIOS |
SUPORTE PROFISSIONAL |
R$ 25,00 |
|
MULTIPLICADORES DE MÍDIAS GPL |
PRODUÇÃO |
R$ 25,00 |
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MODEMS DIVERSOS |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
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SELADORA DE MÍDIAS |
PRODUÇÃO |
R$ 25,00 |
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IMPRESSORAS DE MÍDIAS |
PRODUÇÃO |
R$ 25,00 |
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PROJETORES MULTIMÍDIA |
DIDÁTICA |
R$ 25,00 |
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COMPUTADORES E COMPONENTES USADOS DIVERSAS GERAÇÕES |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
GABINETES ATX |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
DISCOS RÍGIDOS |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
GRAVADORES |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
ADAPTADORES |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
IMPRESSORAS |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
TECLADO SINTETIZADOR |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
MULTIPLICADOR DE CPUS |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
CARTÕES DE MEMÓRIA |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
PORTAS DE PADRÕES MÚLTIPLOS |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
CANETA DIGITAL |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
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DISPOSITIVOS DE VÍDEO |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
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COMPUTADORES 64 BITS |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
MICROFONES |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
EQUIPAMENTOS DE VOZ |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
PLACAS DE SOM |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
CONEXÃO A CABO |
PESQUISA E PROGRAMAS |
R$ 25,00 |
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TECLADO MULTIMÍDIA |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
CAIXAS DE SOM |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
ADAPTADORES DE VÍDEO E INTERNET PARA TV |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
ADAPTADORES DE REDE |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
ADAPTADORES PARA VIDEOCONFERÊNCIA |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,0 |
|
LICENÇAS DE PROGRAMAS VOCAIS E CORPORATIVOS |
SUPORTE PROFISSIONAL |
R$ 25,00 |
|
LICENÇAS DE PROGRAMAS |
SUPORTE PROFISSIONAL |
R$ 25,00 |
|
COMPUTADORES DE BOLSO |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
COMPUTADORES DE MÃO |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
COMPUTADORES PORTÁTEIS |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
CPUS MULTIUSUÁRIO |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
LIVROS |
PESQUISA |
R$ 25,00 |
|
REVISTAS TÉCNICAS |
PESQUISA |
R$ 25,00 |
|
ADAPTADORES E MULTISSERIAIS |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
CURSOS DIVERSOS PARA ATUALIZAÇÃO DOS INSTRUTORES |
PESQUISA REQUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO |
R$ 25,00 |
|
PROVEDOR DE HOSPEDAGEM |
PROGRAMAÇÃO E TESTES |
R$ 25,00 |
|
SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO |
SUPORTE PROFISSIONAL |
R$ 25,00 |
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SUPRIMENTOS PARA IMPRESSÕES |
SUPORTE PROFISSIONAL |
R$ 25,00 |
Custo Mensal Médio por Aluno: R$ 40,00
Projeto e Iniciativa de Parcerias, Metodologia, Instrutores e
Material Didático: INCLUDE
(Projeto e Material Didático Registrado, elaborado por André Malaquias de Lima, Djalma Chagas Bina e José Roberto de Jesus)
Módulo 1: Básico:
A Informática a Serviço do Desenvolvimento Pessoal
Para que servem as Linguagens?
Diferença entre Plataforma, Ambiente, Interface, Ferramenta, Aplicação, Sistema e Nomes Comerciais
Universo Condicional : Ação e Reação (IF, ELSE, TRUE)
Legalidade na Produção de Sistemas Aplicativos e Operacionais
Como Evitar a Ameaça e a Sedução da Pirataria
A Preservação da Cidadania e os Direitos Autorais Parte1.
Para que servem as linguagens de programação, o que são, o que fazem e como funcionam.
Forma e Função:
Representação Funcional
Operações Básicas
Algoritmos de mudança de base
Aplicação da Álgebra de Boole
Lógica Fuzzy - Parte 1
Técnicas Básicas de Programação
Usuários ou Desenvolvedores ? - Interfaces Colaborativas
Glossário de Símbolos e Operadores Lógicos
Operadores Lógicos: Funções
Configurando Estações de Desenvolvimento:
Sistemas Operacionais, Emuladores e Máquinas Virtuais.
Criatividade em programação
Teste de Mesa - Teste Multiplataforma
Diferenças Teóricas e Praticas: Computação Genérica
Computação: Programando para Informática Genérica
Criatividade em Desenvolvimento: Arte em Texto e Imagem
Criatividade em Desenvolvimento: Interfaces Lúdicas
Sistemas Embarcados: Programando Linhas de Comando
Aplicações Multi-sistemas:Unix e derivados Mac, Xenix, Windows, Linux, BSDs, Be, QNX, Solaris, NetWare, etc
Programando para Redes1: Acessível ao mundo através do HTML
Lógica de Programação:
1. Algoritmo
1.1 Operadores Relacionais
1.2 Operadores Lógicos
1.3 Introdução SE
1.4 Estrutura de Repetição
2 Pascal
2.1 Operações Matemáticas
2.1.1 Soma (Adição), (Inteiro e Real)
2.1.2 Subtração, (Inteiro e Real)
2.1.3 Multiplicação, (Inteiro e Real)
2.1.4 Divisão, (Inteiro, Real e Resto)
2.2 Palavras Reservadas
3 Tipos de Dados
3.1 Tipos de Dados inteiros
3.2 Tipos de Dados reais
3.3 Tipos de Dados lógicos
3.4 Tipo de Dado caracter
3.5 Tipo de Dado string
4. Operadoes Lógicos
5. Vetor
6. Comandos de Repetição
6.1 Comando de Repetição FOR
6.2 Comando de Repetição WHILE
7. Ambiente PASCAL
7.1 Comando leia
7.2 Comando imprima
8 .Modo Interativo (Repetição)
Exemplos do Material Didático do Módulo1:
2-PRINCÍPIOS BÁSICOS DE PROGRAMAÇÃO
Para que serve um computador?
Todos os computadores são, apesar de muito rápidos e
eficientes,máquinas simples do ponto de vista operacional.
Podem realizar somente quatro tipos básicos de tarefas:
1.Armazenamento e recuperação de dados na memória;
2.Computação (Procedimentos lógicos e cálculos);
3.Entrada e saída de dados;
4.Controle do programa.
O QUE É UM PROGRAMA DE COMPUTADOR?
O computador foi projetado para posicionar seus circuitos eletrônicos para efetuar cada uma de suas operações de acordo com uma instrução: uma unidade de informação específica armazenada em sua memória. Um conjunto logicamente ordenado de instruções pertencentes a um mesmo problema é chamado PROGRAMA. Esta técnica é chamada de PROGRAMA ARMAZENADO (na memória) e promoveu o desenvolvimento de procedimentos computacionais chamados:
1-SISTEMAS OPERACIONAIS
O desenvolvimento contínuo de novas técnicas e estilos de processamento de instruções a partir de recursos pré-existentes,
proporcionou a transformação e o amadurecimento Científico e Comercial dos Sistemas Operacionais, principalmente através da expansão em larga escala das chamadas Interfaces Gráficas, facilitando e interatividade destes sistemas com os usuários por serem mais amigáveis e intuitivas, aumentando também os problemas de segurança de dados. É possível estabelecer uma relação entre todos os Sistemas Operacionais hoje existentes uma vez que todos possuem intertextualidades lógicas e se influenciaram mutuamente durante o seu desenvolvimento.
Alguns Exemplos: BeOS, Xenix, Solaris, OS/2, GNU/Linux, MacOS, Windows, NetBSD, QNX, NetWare, entre muitos outros que se de um modo ou de outro, (como podemos perceber analisando suas histórias ), seguindo uma vertente mais científica ou mais comercial, seguem seu curso explorando ao extremo as facilidades e os íncríveis avanços da informática genérica em aplicações mais domésticas ou mais corporativas, explorando intensamente recursos locais ou remotos como a Internet.
2-LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO.
Existem, três níveis fundamentais de linguagens de programação:
1-De baixo nível (ou linguagens de máquina);
2-De médio nível (linguagens montadoras, como o ASSEMBLY);
3-De alto nível (ou de compiladores), como:
FORTRAN - C/C++ - COBOL - JAVA - PASCAL - PERL - VISUAL BASIC - ADA
PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA X PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO .
As primeiras linguagens de programação que surgiram foram as estruturadas, que efetuam as operacões de programas usando estruturas definidas. Mais recentemente, foram desenvolvidas linguagens orientadas a objeto, que usam uma interface gráfica com o usuário de modo a simplificar o desenvolvimento de sistemas mais complexos como a Internet.
ETAPAS BÁSICAS DA PROGRAMAÇÃO.
Todas as linguagens de alto nível são constituídas de um conjunto preciso de comandos, que orientem o computador sobre o que desejamos fazer. Esta é chamada a sintaxe de um programa especial colocado na memória do computador, chamado COMPILADOR, traduz os comandos em instruções de linguagem de máquina.
As três etapas de programação são:
1- Compilação --> Programa - -> Compilador - Programa-Objeto
2- Ligação ---->Subprogramas |----> Editor de Dados Externos |->Ligação
3-Execução ---->Dados do Usuario----> Executável do Programa
DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS.
Os projetos que desenvolvem aplicações de computador são constituídos de várias sequências de tarefas ou passos que serão estudados durante todo o curso.
Módulo 2: Intermediário.
Informática a Serviço do Desenvolvimento Social
Agilidade no Desenvolvimento.
A flexibilidade e a versatilidade das linguagens e as necessidades do mercado.
Como Evitar a Ameaça e a Sedução da Pirataria
Preservação de Direitos Autorais Parte2.
Custo e Legalidade na Produção, Profissionalização:
Licenciamento, Formalização e Certificação
Base Binária / Lógica Fuzzy
Portas Lógicas
Criação de Objetos Convencionais
nas diversas Linguagens e Sistemas
Diferenças de Sintaxe
Diferenças de Sintaxe e Script
Programação Aplicada
O que são Classes?
O que são Objetos?
Linguagens com Orientação a Objetos.
Importação e exportação de dados.
Programação Aplicada
Significado dos Símbolos em cada Linguagem
Criação de Objetos Simples e Complexos
Considerados Essenciais
A Arte de Programar
Objetos Gráficos Simples:
Menus-Janelas-Botões-Caixas de Diálogo
Listas Suspensas e Caixas de Combinação
Barras de Rolagem-Caixas de Seleção
Visando a excelência da funcionalidade
Testes de Impacto: aceitação por usuário leigo.
Estudos de compatibilidade
Laboratório de Conflitos
A sociologia na velocidade do pensamento
Sociedade Informatizada
Algoritmos e Rudimentos da Eletrônica Digital
Ferramentas de Desenvolvimento:
Compartilhando Projetos: Interfaces Colaborativas
Interfaces de Programação
Interfaces de Programação em Linha de Comando Interface Gráfica de Programação
Sintaxe Básica das Linguagens de Programação
Perfil e Idioma das Plataformas
Dicionários, Bibliotecas e APIs
Ambiente Gráfico de Desenvolvimento
Editores:
Editores de Código
Editores de Objetos
Editores de Aplicações
Instância
Encapsulação
Programando ferramentas de compilação
Embutindo funções
Personalizando Ambientes
Criando Ambientes Personalizáveis
Programar: Comunicar e criar meios de Comunicação
Segurança em Programação
A Relatividade da Segurança dos Programas
Acessibilidade e Segurança
Facilidade de Acesso para criar cópias de Segurança.
Segurança dos Dados Gerados pelos Aplicativos
-Programando a Segurança dos Dados Gerados pelos usuários através dos Sistemas Aplicativos
Tokens
Tabela de Sintaxes Correspondentes
Confluência de Linguagens
Extinção de Linguagens
Linguagens Híbridas
Evolução das Linguagens de Programação
Simbolos de Programação
Política Comercial
Documentação do Programa desenvolvido.
Políticas de Licenciamento
Principais Modelos de Licença:
EULA/ GPL/ LGPL, e outros modelos.
Análise dos Principais Padrões Utilizados
Tradição e Inovação
Orientação Jurídica
Custos de Produção
Estratégias de Divulgação e Distribuição
Mercado em Rede
Fontes de Financiamento para Produção
Desenvolvimento Compartilhado
Pesquisa Avançada
Planejando Infraestrutura de Suporte
Aprendendo Programação Multilinguagem
através de comparação de sintaxes.
Oficinas de desenvolvimento de aplicaçõe multi-linguagem
Evolução das Linguagens
Como são construídas e como evoluem as linguagens
Linguagens Mães
Linguagens Derivadas
Estudo
Comparativo das Linguagens e Interfaces:
Lua
PHP 4 E 5
PHP-GTK
XHTML MOBILE PROFILE
XWT
XSLT
XUL
WSDL
SOAP
SAX
DOM
PEAR
SQLite
XML
DHTML
ASP
CGI
Java
Jython
Python
C
Cobol
Fortran
JavaScript
Perl
SQL
Pascal
ShellScript
C#
Clipper,
e outras
Conjuntos ou Categorias de Dados Criados, ou Coletados pelos Usuários.
Funções e Métodos de Processamento.
Desempenho e Funcionalidade.
Especificações Técnicas: Problemas Conhecidos.
Limitações de suporte, garantias e responsabilidades.
Dependências e Requisitos Mínimos
Funcionalidade Satisfatória
Requisitos Lógicos e Físicos de Sistema
Propriedades e Atributos de uma Aplicação
Valores Agregados das Aplicações
Possibilidades de Atualização, Expansão e Configuração
Interfaces para Bancos de Dados Relacionais
Os Sistemas Operacionais são Bancos de Dados
Mecanismos de Entrada, Alimentação e Consulta
Programação Comercial - Mercadoria Lógica Leve
Programação Científica e Independente
Inserção de Funções Básicas em Objetos
Aplicações para Gestão Pública e Corporativa
Aplicações para Entretenimento
Recursos Científicos e Lógicos
1-AMBIENTES PARA DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS:
Diferença entre plataforma, ambiente, interface,
ferramenta, função, aplicação, sistema.
1-Turbo C Borland (980 KB)
Ferramenta de programação em C para as plataformas DOS/Windows.
Ótimo compilador com interface gráfica,que usa a BGI(Borland
Graphics Interface) para aplicações gráficas.
2-TURBO C++ Borland. (9Mb)
Compilador ANSI para linguagens C/C++, com interface gráfica e para plataformas Windows/MS-DOS. Incluídos no pacote também:
-TURBO ASSEMBLER (montador para linguagem Assembly)
-TLINK (linker para programas Assembly).
-TURBO DEBUGGER (Depurador deprogramas).
Constrói aplicações mistas de C/C++ com Assembly.
3-BORLAND C++ BUILDER.(64MB)
Ferramenta de desenvolvimento para programação orientada a objetos em C/C++, com diversas janelas de aplicativos:
-DEBUGGER
-IDE (Interface Development Environment)
-Montador Assembly
-Descompilador
-Editor de textos
-Editor Hexadecimal
-Biblioteca de objetos (OWL) em DOS/Windows.
Roda em DOS/Windows.
4-KDEVELOP. (10 Mb)
Ferramenta para desenvolvimento de aplicações
orientadas a objeto em C/C++, baseada na GPL para
todos os sistemas tipo UNIX/LINUX. Integra, na realidade, dois ambientes de programação (IDEs):
a-KDevelop GUI (interface gráfica para projetos); b-QT Designer.
5-DJGPP. (8Mb)
Ambiente de programação em C/C++ que roda tanto nos sistemas UNIX
como MS-DOS/WINDOWS.
6-MENUETOS. (1.44 Mb)
Sistema operacional feito em Assembly 32-bits,que roda em um floppy disk de 1.44 Mb e incorpora várias interfaces para desenvolvimento tanto em Assembly como C e JAVA. Totalmente open-source, possui recursos notáveis para aplicações 3-D e para REDES.
7-OUTRAS INTERFACES DE PROGRAMAÇÃO
(Também estudadas e detalhadas no módulo avançado):
GLADE
DELPHI
KYLIX
J2EE
JBUILDER
CONTRATO DE PARCERIA : IMPRIMIR ESTA PROPOSTA , ASSINAR E CARIMBAR CADA PAGINA DECLARANDO AO FINAL CONCORDAR COM OS TERMOS DA MESMA E ENVIE PARA O ENDEREÇO ACIMA.
LICENCIAMENTO DO CONTEÚDO DO SITE E PRODUTOS SOCIAIS INCLUDE: LICENÇA GPL. TODO PRODUTO SOCIAL E COMERCIAL DESENVOLVIDO OU CRIADO EM PARCERIA DEVE SER COMPARTILHADO DE MODO PÚBLICO DESDE QUE CITADAS AS FONTES E ORIGENS DE CADA ITEM COM NOMES E DATAS. GRATOS.
INCLUSÃO DIGITAL PRODUTIVA
SEGUNDA PROPOSTA DE PARCERIA: ONGS
(Projetos/Suporte/Atendimento de Necessidades)
Ref: -Inclusão Digital Profissionalizante
-Capacitação Solidária Produtiva
-Escolas e Núcleos Comunitários de Desenvolvimento
-Cursos Continuados, Livres, Abertos e Preparatórios:
Programação, Montagem, Manutenção e Configuração
de Computadores e Redes, Código Livre: GNU/Linux-
Operando e Transformando Programas Abertos -GPL
-Cidadania Global: Educação, Respeito à Propriedade
Intelectual Pública e Privada e o Problema Social
da Pirataria.(O retorno desta proposta por parte de cada ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL será amplamente discutido em inúmeros fóruns na internet / ambientes acadêmicos)
Saudações,
Seguem
as Disposições e Interesses do Grupo INCLUDE : Inclusão no Desenvolvimento
Digital, fundado por André Malaquias, Djalma Bina, José Roberto de Jesus e
outras quarenta pessoas, todos cidadãos carentes, de origem bastante humilde mas
preparados para inclusão,
programação e desenvolvimento (conforme Curriculuns
exibidos nos sites ou enviados assim que solicitados) assim como relacionamos as
contrapartidas esperadas por parte da Administração da Organização /Instituição.
Após a mesma tomar ciência desta proposta, aguardamos análise e
posicionamentos.
Antecipadamente gratos, solicitamos apoio, incentivo e aprovação da
criação da seguinte nova parte na estrutura organizacional de parcerias através
de interfaces colaborativas:
(GPD / INCLUDE) - GRUPO DE PROGRAMAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO INCLUDE - INCLUSÃO NO
DESENVOLVIMENTO DIGITAL
Grupo de
Profissionais e Voluntários dirigido de modo Autocrático, em Gestão
Participativa e Independente com apoio de Organizações Parceiras.* (conheça
algumas das sugestões do Grupo para empresas, organizações, governos e toda a
sociedade mundial no corpo desta proposta)
Objetivamos cumprir e desenvolver as seguintes missões, funções e
atividades através de convênios com Instituições e Organizações com atividades
Pedagógicas pró Inclusão Digital, Ensino Profissionalizante e Requalificação
Profissional, sejam ONGs, Empresas, Governos, Entidades de Classe, etc,
Interessadas em parceria :
a) Contribuir com o apoio da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL parceira atuando como um elo entre Organizações para criar no país uma sólida cultura Científica e de Desenvolvimento através do respeito, reconhecimento e proteção dos direitos autorais e da propriedade intelectual mundial, pública, privada, de pessoas carentes, pobres e ricas, estimulando o aprofundamento dos estudos das potencialidades da informática por meio da utilização, desenvolvimento e a produção personalizada de acessórios lógicos autorizados e legalizados para computadores, combatendo a marginalização e a exclusão social causada pela pirataria usando a força dos programas de licença pública GPL para garantir a Inclusão Digital e Qualificação Profissional legal dos cidadãos necessitados e interessados, usuários, empresários, trabalhadores, estudantes, comerciantes e profissionais e cientistas que precisam de programas de informática ou que dependem deles para trabalhar sem risco social de estigmatização. (Exemplo: Trabalhadores da Santa Efigênia). Uma vez que é perfeitamente possível e realizável mesmo sem a possibilidade de instalação nas máquinas disponíveis na sede da Organização /Instituição: Implantar, manter e administrar Oficina e Rede paralela de computadores com sistemas operacionais e aplicativos livres e de código aberto (padrão GNU, GPL, LINUX, BSD, HURD, etc) para uso pleno, dar cursos, treinamentos e total suporte a lideranças de associações e comunidades conveniadas e outros grupos ligados à Organização/ Instituição provendo a instalação em máquinas destes membros e pessoas das comunidades protegendo-os da Marginalidade do Crime da Pirataria, essas pessoas que podem ter o seu primeiro 486 legalizado, com programas e sistemas devidamente licenciados,inclusive aqueles que visam trabalhar com Montagem, Manutenção e Configuração de Computadores (curso provido também pelo Include), ou que fizerem cursos, reciclagens e requalificações para esta finalidade, que requer livre utilização dos Programas em Múltiplas Instalações, inclusive para viabilizar sua atividade profissional uma vez que vão atender pessoas também com poucos recursos, contribuindo para criar uma cultura de respeito à propriedade intelectual e a legalidade.
b) Proporcionar forte contribuição para o desenvolvimento do ambiente pedagógico de Inclusão Digital e Qualificação Profissional com disponibilização de diversidade de opções científicas em um laboratório rico em possibilidades de análises comparativas multifacetadas, para que haja escolha quanto ao trabalho e estudos em função do conhecimento real das múltiplas alternativas de sistemas. O principal de nossas propostas requer a ultilização paralela de programas de código livre por razões jurídicas ( legalidade do equipamento e infra estrutura lógica ultilizada pelos cidadãos em suas casas e na ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL , prevenindo-os dos riscos da pirataria uma vez que em sua maioria não podem arcar com custos de licenciamento ), por razões Técnicas e Pedagógicas (já que é autorizada legalmente a livre alteração, manipulação e redistribuição dos códigos e os processos digitais são mais tranparentes, portanto mais didáticos. Por serem mais compatíveis com a condição de Cidadania e Inclusão Digital e Qualificação Profissional a curto, médio e longo prazo já que a evolução natural dos cidadãos a serem incluídos digitalmente é ultilizarem os sistemas em possíveis computadores domésticos (e para autônomos e pequenos negócios) como os 486s, K5s, e os primeiros Pentiuns;
c)
Criar possibilidades de maiores perspectivas profissionais e de geração de renda
através de atividades com enfoque na produção e desenvolvimento de progamas e
sistemas, através de Capacitação Solidária Produtiva;
d) Propiciar melhora qualitativa de todos os conteúdos e treinamentos oferecidos pela ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL em função de um ambiente de pesquisa mais ativo e intensivo. Aproveitando espaço entre os cronogramas, também para grupos externos de alunos carentes cadastrados e trazidos por estes voluntários;
e) Proporcionar uma mais profunda e verdadeira democratização da informática atuando para uma Inclusão Digital e Qualificação Profissional cidadã com um foco em programas de código aberto e de livre uso e modificação, para que trabalhadores e estudantes de informática carentes tenham acesso a sistemas legalizados com licenciamento gratuito prevenindo-os de modo educativo de eventuais inclinações por força de circuntâncias econômicas que se coloquem em situação de risco de contribuição com a Marginalização do Crime da Pirataria., trabalhando com estes programas, cujos maiores valores e vantagens pedagógicas estão justamente na disseminação do poder de se estudar,alterar, adaptar, desenvolver, produzir e reproduzir programas (e não apenas operar / consumir reduzindo apenas a usuários as pessoas carentes interessadas em aprofundar seus conhecimentos para contribuir com sua Comunidade, seu País e com a Comunidade Científica Internacional ) gerando maior capacitação humana e mais larga e segura expansão do conhecimento. Muitas das promissoras possibilidades de maior liberdade para adquirir conhecimento produtivo e garantir maior Inclusão Digital e Qualificação Profissional dependerão muito fortemente de nossa intensa disposição, garra, solidariedade, integração e cooperação;
f) O desenvolvimento de programas como bancos de dados para a ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL, por exemplo, sempre será executado de acordo com a programação de agenda e prioridades negociadas e estabelecidas, tanto em relação à utilização dos espaços como dos equipamentos e de toda a infra-estrutura que estiver disponível para tanto;
g) Multiplicar e disseminar conhecimento produtivo em todos os níveis de Ciência, Informática e Cidadania;
h) Explorando a condição de auto sustentabilidade e o conceito de escola produtiva, desenvolver (e atualizar constantemente) aplicativos como banco de dados para controle de máquinas, componentes e biblioteca assim como uma distribuição do sistema Operacional GNU/Linux adaptada e personalizada com as diretrizes pedagógicas da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL ;
i) Aumentar a flexibilidade e as facilidades de personalização, adaptação pedagógica e didática do sistema, visando autonomia e autosuficiência das pessoas envolvidas;
j)Promover alterações no modo funcional dos sistemas, desde o processo de instalação (aumentar transparência dos pacotes auto instaláveis e processos de carregamento através de uma continuidade no processo de tradução e adaptação desenvolvido pelas empresas e programadores voluntários brasileiros) para maior assimilação dos conhecimentos e para utilização destes sistemas para Inclusão Digital e Qualificação Profissional Plena;
k) Através de pesquisa aumentar a adaptabilidade com maior e mais diverso número de drivers e módulos de estruturas e componentes físicos de antigas e novas gerações (Por exemplo : a otimização de desempenho e aumento da velocidade de execução de diversas distribuições em micros Compaq Deskpro 2000 com 32 MB, Video Onboard driver Cirrus Logic, Processador Pentium 133, HD 1.2 e Rede 3Com );
l) Cooperar para atualizar, adaptar e remodelar material pedagógico da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL para que possa ser publicado juntamente com o Sistema Operacional em texto digital;
m) Desenvolvimento, adaptação, personalização e aprimoramento das formas de apresentação dos sistemas GNU/GPL para garantir a liberdade proposta pela parte da comunidade mundial ligada a estes programas livres que é bem-intencionada, distribui de fato o conhecimento, e que efetivamente criou para todos essas maravilhosas perspectivas e possibilidades;
n) Desenvolvimento de banco de dados padrão aberto eficiente para inventariar e controlar os computadores da sede da Organização / Instituição e das sedes dos parceiros e conveniados, assim como componentes e acessórios periféricos em condições diferentes, organizando também nossas bibliotecas de programas, livros, manuais e revistas técnicas todos distribuídos entre a sede da Organização / Instituição e as diversas entidades e associações parceiras, usando paralelamente e compatibilizando os bancos existenttes com outros bancos de dados para sistemas abertos ou proprietários;
o) Multiplicar este conhecimento baseando-nos no equipamento disponível (como os Compaq Deskpro que são o perfil de expressiva parte das máquinas disponíveis nas ONGs) como exemplo deste momento em que estamos trabalhando na adaptação da distribuição Debian 3.0 e nas brasileiras abertas como Definity, Kurumin, Tech e Conectiva reduzindo e inserindo pacotes para adaptar ao equipamento e à proposta politico-pedagógica da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL , como exemplo, localizando e traduzindo as as eventuais caixas de diálogo do processo de instalação em disco assim como articulando a remoção da sessão StarOffice com substituíção pelo OpenOffice por razões técnicas, legais e pedagógicas com o nosso idioma não presente na versão, e a restrição de redistribuição além de redução do uso de espaço em disco e melhor aproveitamento de equipamento existente, melhoria gráfica geral do sistema para torná-lo mais amigável, sondando necessidades de alterações de kernel, incluindo janelas com abertura automática inclusive com manuais e apostilas e o site da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL off-line em ícones carregados na área de trabalho ao instalar o sistema, visando distribuir o CD resultante para as comunidades, pessoal de suporte e lideranças (e também através de publicação em larga escala por meio de parceria com alguma editora como a Digerati, Europa ou Conectiva) para que tenham mais autonomia e maior fluxo na dinâmica de implantação, utilização, e manutenção do sistema. O resultado final será mérito das instituições que representamos e também de todos nós individualmente, além do que nos fará poupar muito tempo já que poderemos delegar com mais facilidade as tarefas de implantação e manutenção de sistemas digitais aumentando o poder de assimilação por parte dos líderes das entidades, e multiplicar expressivamente nosso poder de disseminação dos Sistemas Digitais através do CD que trabalhará muito por nós divulgando e dando maior visibilidade a todas as partes envolvidas no trabalho;
Contrapartidas por parte da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL esperadas para atender as necessidades do Grupo quanto à apoio Pedagógico,
Publicitário, Material e Estrutural:
Solicitações:
1-No momento necessitamos muito de gravadores para a geração e testes dos CDs instaláveis com os programas desenvolvidos, assim, solicitamos que em função das previsões organizacionais, materiais e orçamentárias, conforme as disponibilidades financeiras, de bolsas de estudo ou de materiais digitais físicos e lógicos, que a ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL , em seus projetos compatíveis com nossas atividades providencie que sejamos contemplados com estes recursos, proventos ou incentivos (de qualquer natureza como bolsas de estudo, programas, componentes) desde que possa apoiar nosso trabalho, uma vez que somos todos pessoas carentes e qualquer ajuda pode ser de grande valia para o Grupo e para toda Sociedade através do nosso trabalho.
2-Declaramos interesse pela contratação eventual de membros do grupo como empregados, autônomos, efetivos, temporários ou prestadores de serviços para preenchimento de vagas que venham a surgir, ou cargos que venham a ser criados por necessidades de andamento dos projetos da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL desenvolvendo atividades compatíveis com nossas capacidades profissionais, quer administrativas de responsabilidade direta ou em serviços auxiliares quais sejam:
Técnico em Manutenção;
Administrador de Banco de Dados;
Auxiliar ou Assistente Contábil; Auxiliar Administrativo;
Administrador de Rede;
Instrutor de Informática; Assistente Pedagógico;
Analista de Suporte; Administrador de Sistema;
Programador e Desenvolvedor; Redator de Conteúdo;
Administrador de Site (Webmaster); Representante e
Consultor; Pesquisador Digital; Analista de Sistemas.
3-Solicitamos também que todo trabalho classificado por ambas as partes como voluntário seja planejado por escrito através do termo de adesão de serviço voluntário seguindo as normas e o limite de horas seguro para que não haja caracterização de vínculos trabalhistas ou risco de problemas jurídicos para a ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL e que a prestação de serviços em cada temporada seja negociada conforme interesse e disponibilidade de ambas as partes, definindo-se por escrito o serviço a ser prestado e formalizando se Voluntário, quais as condições de reeembolso ou se Profissional Remunerado através de um contrato claro simples e objetivo de prestação de serviço ou outros padrões legais de contratação.
4-Atendimento de necessidades gerais e individuais do grupo tanto materiais, financeiras e documentais como representativas.
5-Liberdade de uso e horas livres para acesso à Internet para estudar e trabalhar, pesquisar e poder desenvolver estudos avançados por exemplo através do MIT/OCW e utilizar eventuais espaços livres na agenda para nossos alunos cadastrados provenientes de comunidades carentes.
6-Análise dos nossos programas compatíveis com projetos remunerados pela ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL para que eventualmente sejam contemplados com recursos previstos, assim como investimentos na infraestrutra de trabalho.
7-Indicação do grupo para prestar serviços remunerados para empresas de forma independente, sem vínculos ou comprometimento da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL se for procurada para esta finalidade.
8-Publicação dos curriculuns/propostas dos voluntários no site da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL com isenção de responsabilidades sobre os mesmos, com a criação do link "páginas de parceiros e voluntários" para suas páginas pessoais.
9-Que contatos relativos a empresas de programação e desenvolvimento e programadores e desenvolvedores que procurarem a Organização / Instituição sejam encaminhados ao grupo para o trabalho de desenvolvimento de sistemas.
10-Que mesmo independentemente de verba seja aceita a inclusão da atividade do grupo como num departamento e oficina de desenvolvimento e incentivo a produção de programas para computadores.
11- Que seja providenciado em conjunto o suporte burocrático para todas as relações que forem estabelecidas pelos parceiros.
12-Concessão ou empréstimo de componentes faltantes no Paraíso para trabalho em equipe quais sejam : Monitores que podem ser cedidos ou emprestados pela Organização / Instituição para utilização em máquinas que temos disponíveis .
13-Possível KIT de máquinas doadas ou emprestadas pela Organização / Instituição para demais programadores interessados em trabalhar nos nossos projetos
Temos parte do equipamento necessário para o desenvolvimnto de aplicações profissionais e precisamos de alguns complementos:
1-Monitor colorido VGA;
2-Processador Pentium II ou superior;
3-HDs com um mínimo de 5GB para as estações de
desenvolvimento, e back-up dos dados e programas ;
*4-Conexão com a Internet;
5-Placas de video 16 MB e de rede compatíveis com a
configuração acima;
*6-Gravador de CD IDE e certa quantidade de mídias
para gerar os protótipos dos sistemas desenvolvidos e
poder testá-los e aperfeiçoá-los, assim como os
produtos finais desta usina de programas para computadores.
14- HDS pequenos (podem ser entre 800 MB e 3.2 GB ) adicionais para todas as máquinas da rede da sede da Organização / Instituição poderem se tornar híbridas sem que uma atividade com um sistema interfira na outra.
15-Manutenção de 5 máquinas reservadas (com preservação dos dados) na sede da ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, TERCEIRO SETOR, ENTIDADE EDUCACIONAL/SOCIAL para estudo Navegação e Programação nos encontros, reuniões do Grupo neste local.
16-Necessidades Financeiras Diretas para Estudo:
Reforço
para Aluguel, Manutenção e Luz do nosso rudimentar Laboratório Paraíso R$
450,00
Reembolso e Ajuda de Custo para Alimentação, Transporte, Materiais de
Pesquisa, para Estudo, Trabalho Voluntário e Profissional
17-Necessidades Financeiras Indiretas para Estudo (Considerada
a
hipótese
de convênios ou cortesias) : Conexão em banda larga ou a cabo nos nossos ambientes de
programação, para realização de donwloads de sistemas inteiros e uma
diversidade imensa de aplicativos para desenvolvimento, estudo e pesquisa sem
comprometimento da qualidade de execução dos mesmos por interrupções na conexão.
Necessitamos também de materiais como Assinaturas de revistas técnicas como
REVISTA DO LINUX, PC BRASIL, GEEK, PCMASTER, etc.
18-Documentação e
comprovação dos serviços prestados à comunidade. como voluntários e/ou
proffissionais;
19-Desejamos que todas essas possibilidades sejam estudadas com muito carinho, atenção e respeito. Acreditamos no apoio da Organização /Instituição uma vez que todas as nossas propostas são voltadas para os aumento expressivo da democracia digital. Contamos com a colaboração,
respostas e questionamentos discutindo soluções através de e-mails para o grupo:
contatoprofissional@yahoo.com.br
Esperamos que aquilo que puder ser atendido o seja de modo
independente, parte a parte, sem que necessariamente uma coisa seja posta em detrimento da outra.Gratos.
PS: Para facilitar as negociações propomos a utilização do grupo saberlivre@yahoo.com.br, contatoprofissional@yahoo.com.br, homemdelinux@yahoo.com.br, para COMUNICAÇÃO, sendo inscritos cada um dos membros do conselho/administração da Organização /Instituição,grupos voluntários e outros participantes das atividades coincidentes para discussões democráticas, comunicação de caráter geral, e para que todos se sintam mais seguros quanto às movimentações e posicionamentos, agilizando, integrando aumentando o exercício de cidadania, o poder de articulação e solidariedade de todos os envolvidos nos trabalhos assim como otimizando e aumentando a eficiência das atividades desenvolvidas.
Conheça melhor o INCLUDE:
*O INCLUDE Possui inúmeras propostas e sugestões para o problema mundial da Inclusão Digital e Qualificação Profissional e também para dinamizar e aquecer o Mercado de Tecnologia dentre as quais enumeramos algumas com orientação específica:
Sugerimos Publicamente:
À Microsoft
-A isenção de taxa de licenciamento (e alteração dos itens que restringem múltiplas instalações, cópias e redistribuição ou a distribuição junto a computadores usados) para as versões Windows 9x (inicialmente o 95) cujo suporte expirou assim como a disponibilização dos conteúdos de FAQs e Problemas Conhecidos bem como Bancos de Drivers para livre replicação em diversos sites dos conteúdos do suporte on-line, anulando a pirataria quanto a este sistema e liberando esta licença para livre instalação em máquinas de terceiros nas instalações de qualquer ONG parceira,considerando que seus potenciais clientes de taxas de licenciamento quanto às novas versões Windows (XP, Longhorn, etc) correspondem a outra fatia do mercado;
-Que o Windows 95 (e talvez posteriormente o 98) seja relançado em versão graficamente atualizada para o terceiro milênio com codigo aberto e livre com outro nome (por exemplo mudando os papéis de parede e aumentando a segurança e compatibilidade geral do sistema com drivers antigos e antivirus nativo ou atraves de parceria) em versão popular Windows Standard ? (por exemplo com o pacote Office 97 já embutido) em pacote sem suporte telefônico ou através de atendimento pessoal , talvez apenas on-site (como FAQ,s) em embalagem simples e bonita com um preço simbólico (sugerimos US$5,00 ou R$ 10,00).
Que se posicione de forma moderna, franca, aberta e até bem humorada defendendo sua propriedade intelectual em seus comerciais e propagandas através da ABES e BSA, e outras entidades respondendo publicamente à pergunta se prefere que as pessoas instalem uma cópia pirata de seus sistemas ou GNU/Linux em seu computadores, contribuindo para mostrar que as pessoas tem opção à pirataria mesmo quando não podem (ou mesmo não querem) pagar Taxas de Licenciamento.
À FREE SOFTWARE FOUNDATION ( Projeto GNU-Pai do GNU/Linux)
Atualizações Propostas para a LICENÇA GPL fiéis ao espírito Científico da Liberdade do Conhecimento:
-Atualização da GPL para que as empresas interessadas em redistribuir os sistemas através dela licenciados juntamente com outros sistemas proprietários , providenciem desinstaladores e mecanismos claros de remoção e desmembramento para que a parte do programa que possui código livre seja garantida intacta aos interessados sem ambiguidades perigosas.
-Lançamento de uma nova versão (ou atualização) da LICENÇA GPL para as próximas versões do sistema e kernel que reforce com perfeição a liberdade das pessoas físicas e cidadãos comuns quanto ao uso do conhecimento como já ocorre, porém incluindo maiores sanções a quem deseja restringir liberdades de uso aumentando o estado de alerta quanto às empresas que redistribuem comercialmente o sistema (principalmente ou em especial para servidores) ou que fazem adaptações comerciais dos códigos. Pode-se colocar a condição ou possibilidade oficial de participação percentual em seus lucros por parte de todos os programadores /desenvolvedores ou apenas os que assim desejarem e/ou necessitarem (o que é muito comum em países do terceiro mundo). Pode-se reforçar a condição de que a licença seja publicada na primeira tela de abertura do sistema operacional ou aplicativo. Quanto à utilização operacional corporativa dos sistemas, acreditamos que deve permanecer como está.
- Que o nome do sistema operacional GNU/Linux seja mudado para LiGNUx atendendo e findando com a justa polêmica de méritos entre todos os programadores do Projeto GNU/Hurd e Linus Torvalds.
-Impor pernalidades ou desautorizar a redistribuição dos códigos por empresas que tentarem se usar de artifícios para se apropriarem de códigos GPL ou descumprirem suas determinações.
-Sugerimos também incentivo quanto ao empenho na transformação do LiGNUx num Banco de Dados de Interfaces Colaborativas on-line e OFF-LINE (através de todo e qualquer método de correspondência) para que haja maior e mais real abertura quanto à disponibilização dos códigos que são livres, aumentando e reforçando a rede mundial de colaboradores no desenvolvimento através do aumento das informações objetivas de caminhos simples e agéis para maior e mais rápido desenvolvimento de correções técnicas, alterações e personalizações, através de maior disponibilização e transparência real para todo e qualquer interessado em colaborar, personalizar, modificar e redistribuir os sistemas.
A convocação de todas as empresas redistribuidoras para que indiquem e definam com a máxima clareza as ferramentas que são proprietárias de modo exclusivo e garantindo que opcionalmente sejam removidas do sistema) Comunicar às publicações que distribuem o sistema como brinde que distribuam também (ao menos em números subsequentes) CDs com os códigos, uma vez que atende melhor ao tipo de licenciamento e favorece a evolução dos sistemas o custo do uso da Internet ainda é alto e impõe severas restrições aos interessados em desenvolver o sistema.
Temos muitas outras propostas que apresentaremos futuramente em nossos sites atuais com o apoio de todos.
http://include.homelinux.com:2222
contatoprofissional@yahoo.com.br
saberlivre@yahoo.com.br, contatoprofissional@yahoo.com.br, homemdelinux@yahoo.com.br
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A descrição de direitos autorais GFDL aplica-se a todo este site e suas partes assim como a outros Projetos Sociais INCLUDE desde que não conflitantes. Sempre que houver conflito com direitos autorais de qualquer outro item individual, ela não se aplica.
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Cambridge, MA 02139, USA
É permitido a qualquer pessoa copiar e distribuir cópias tal desse documento de licença, sem a implementação de qualquer mudança.
1 Introdução
As licenças de muitos softwares são desenvolvidas para cercear a liberdade de uso, compartilhamento e mudanças. A GNU Licença Pública Geral ao contrário, pretende garantir a liberdade de compartilhar e alterar softwares de livre distribuição - tornando-os de livre distribuição também para quaisquer usuários. A Licença Pública Geral aplica-se à maioria dos softwares da Free Software Foundation e a qualquer autor que esteja de acordo de utilizá-la (alguns softwares da FSF são cobertos pela GNU Library General Public License).
Quando nos referimos a softwares de livre distribuição, referimo-nos à liberdade e não ao preço. Nossa Licença Pública Geral foi criada para garantir a liberdade de distribuição de cópias de softwares de livre distribuição (e cobrar por isso caso seja do interesse do distribuidor), o qual recebeu os códigos fonte, o qual pode ser alterado ou utilizado em parte em novos programas.
Para assegurar os direitos dos desenvolvedores, algumas restrições são feitas, proibindo a todas as pessoas a negação desses direitos ou a solicitação de sua abdicação. Essas restrições aplicam-se ainda a certas responsabilidades sobre a distribuição ou modificação do software.
Por exemplo, ao se distribuir cópias de determinado programa, por uma taxa determinada ou gratuitamente, deve-se informar sobre todos os direitos incidentes sobre esse programa, assegurando-se que os fontes estejam disponíveis assim como a Licença Pública Geral GNU.
A proteção dos direitos envolve dois passos: (1) copyright do software e (2) licença que dá permissão legal para cópia, distribuição e/ou modificação do softwares.
Ainda para a proteção da FSF e do autor é importante que todos entendam que não há garantias para softwares de livre distribuição. Caso o software seja modificado por alguém e passado adiante, este software não mais refletirá o trabalho original do autor não podendo portanto ser garantido por aquele.
Finalmente, qualquer programa de livre distribuição é constantemente ameaçado pelas patentes de softwares. Buscamos evitar o perigo de que distribuidores destes programas obtenham patentes individuais, tornado-se seus donos efetivos. Para evitar isso foram feitas declarações expressas de que qualquer solicitação de patente deve ser feita permitindo o uso por qualquer indivíduo, sem a necessidade de licença de uso.
Os termos e condições precisas para cópia, distribuição e modificação seguem
abaixo:
2 Licença Pública GNU
GNU GENERAL PUBLIC LICENSE
Version 2, June 1991
This is an unofficial translation of the GNU General Public License into
Portuguese. It was not published by the Free Software Foundation, and
does not legally state the distribution terms for software that uses the
GNU GPL -- only the original English text of the GNU GPL does that.
However, we hope that this translation will help Portuguese speakers
understand the GNU GPL better.
Copyright (C) 1989, 1991 Free Software Foundation, Inc. 675 Mass Ave,
Cambridge, MA 02139, USA
É permitido a qualquer pessoa copiar e distribuir cópias tal desse
documento de licença, sem a implementação de qualquer mudança.
Introdução
As licenças de muitos softwares são desenvolvidas para cercear a
liberdade de uso, compartilhamento e mudanças. A GNU Licença Pública
Geral ao contrário, pretende garantir a liberdade de compartilhar e
alterar softwares de livre distribuição, tornando-os de livre
distribuição também para quaisquer usuários. A Licença Pública Geral
aplica-se à maioria dos softwares da Free Software Foundation e a
qualquer autor que esteja de acordo de utilizá-la (alguns softwares da
FSF são cobertos pela GNU Library General Public License).
Quando nos referimos a softwares de livre distribuição, referimo-nos à
liberdade e não ao preço. Nossa Licença Pública Geral foi criada para
garantir a liberdade de distribuição de cópias de softwares de livre
distribuição (e cobrar por isso caso seja do interesse do distribuidor),
o qual recebeu os códigos fonte, o qual pode ser alterado ou utilizado
em parte em novos programas.
Para assegurar os direitos dos desenvolvedores, algumas restrições são
feitas, proibindo a todas as pessoas a negação desses direitos ou a
solicitação de sua abdicação. Essas restrições aplicam-se ainda a
certas responsabilidades sobre a distribuição ou modificação do
software.
Por exemplo, ao se distribuir cópias de determinado programa, por uma
taxa determinada ou gratuitamente, deve-se informar sobre todos os
direitos incidentes sobre esse programa, assegurando-se que os fontes
estejam disponíveis assim como a Licença Pública Geral GNU.
A proteção dos direitos envolve dois passos: (1) copyright do software e
(2) licença que dá permissão legal para cópia, distribuição e/ou
modificação do softwares.
Ainda para a proteção da FSF e do autor é importante que todos entendam
que não há garantias para softwares de livre distribuição. Caso o
software seja modificado por alguém e passado adiante, este software não
mais refletirá o trabalho original do autor não podendo portanto ser
garantido por aquele.
Finalmente, qualquer programa de livre distribuição é constantemente
ameaçado pelas patentes de softwares. Buscamos evitar o perigo de que
distribuidores destes programas obtenham patentes individuais,
tornado-se seus donos efetivos. Para evitar isso foram feitas
declarações expressas de que qualquer solicitação de patente deve ser
feita permitindo o uso por qualquer indivíduo, sem a necessidade de
licença de uso.
Os termos e condições precisas para cópia, distribuição e modificação
seguem abaixo:
Termos e Condições para Cópia, Distribuição e Modificação
0. Esta licença se aplica a qualquer programa ou outro trabalho que
contenha um aviso colocado pelo detentor dos direitos autorais dizendo
que aquele poderá ser distribuído nas condições da Licença Pública
Geral. O Programa, abaixo refere-se a qualquer software ou trabalho e a
um trabalho baseado em um Programa e significa tanto o Programa em si
como quaisquer trabalhos derivados de acordo com a lei de direitos
autorais, o que significa dizer, um trabalho que contenha o Programa ou
uma parte deste, na sua forma original ou com modificações ou traduzido
para uma outra língua (tradução está incluída sem limitações no termo
modificação).
Atividades distintas de cópia, distribuição e modificação não estão
cobertas por esta Licença, estando fora de seu escopo. O ato de executar
o Programa não está restringido e a saída do Programa é coberta somente
caso seu conteúdo contenha trabalhos baseados no Programa
(independentemente de terem sidos gerados pela execução do Programa). Se
isso é verdadeiro depende das funções executadas pelo Programa.
1. O código fonte do Programa, da forma como foi recebido, pode ser
copiado e distribuído, em qualquer midia, desde que seja providenciada
um aviso adequado sobre os copyrights e a negação de garantias, e todos
os avisos que se referem à Licença Pública Geral e à ausência de
garantias estejam inalterados e que qualquer produtos oriundo do
Programa esteja acompanhado desta Licença Pública Geral.
É permitida a cobrança de taxas pelo ato físico de transferência ou
gravação de cópias, e podem ser dadas garantias e suporte em troca da
cobrança de valores.
2. Pode-se modificar a cópia ou cópias do Programa de qualquer forma que
se deseje, ou ainda criar-se um trabalho baseado no Programa, e copiá-la
e distribuir tais modificações sob os termos da seção 1 acima e do
seguinte:
a. Deve existir aviso em destaque de que os dados originais foram
alterados nos arquivos e as datas das mudanças;
b. Deve existir aviso de que o trabalho distribuído ou publicado
é, de forma total ou em parte derivado do Programa ou de alguma
parte sua, e que pode ser licenciado totalmente sem custos para
terceiros sob os termos desta Licença.
c. Caso o programa modificado seja executado de forma interativa,
é obrigatório, no início de sua execução, apresentar a
informação de copyright e da ausência de garantias (ou de que a
garantia corre por conta de terceiros), e que os usuários podem
redistribuir o programa sob estas condições, indicando ao
usuário como acessar esta Licença na sua íntegra.
Esses requisitos aplicam-se a trabalhos de modificação em geral. Caso
algumas seções identificáveis não sejam derivadas do Programa, e podem
ser consideradas como partes independentes, então esta Licença e seus
Termos não se aplicam àquelas seções quando distribuídas separadamente.
Porém ao distribuir aquelas seções como parte de um trabalho baseado no
Programa, a distribuição como um todo deve conter os termos desta
Licença, cujas permissões estendem-se ao trabalho como um todo, e não a
cada uma das partes independentemente de quem os tenha desenvolvido.
Mais do que tencionar contestar os direitos sobre o trabalho
desenvolvido por alguém, esta seção objetiva propiciar a correta
distribuição de trabalhos derivados do Programa.
Adicionalmente, a mera adição de outro trabalho ao Programa, porém não
baseado nele nem a um trabalho baseado nele, a um volume de
armazenamento ou media de distribuição não obriga a utilização desta
Licença e de seus termos ao trabalho.
3. São permitidas a cópia e a distribuição do Programa (ou a um trabalho
baseado neste) na forma de código objeto ou executável de acordo com os
termos das Seções 1 e 2 acima, desde que atendido o seguinte:
a. Esteja acompanhado dos códigos fonte legíveis, os quais devem ser
distribuídos na forma da Seções 1 e 2 acima, em mídia normalmente
utilizada para manuseio de softwares ou
b. Esteja acompanhado de oferta escrita, válida por, no mínimo 3
anos, de disponibilizar a terceiros, por um custo não superior ao
custo do meio físico de armazenamento , uma cópia completa dos
códigos fonte em meio magnético, de acordo com as Seções 1 e 2
acima.
c. Esteja acompanhada com a mesma informação recebida em relação à
oferta da distribuição do código fonte correspondente. (esta
alternativa somente é permitida para distribuições não comerciais
e somente se o programa recebido na forma de objeto ou executável
tenha tal oferta, de acordo com a sub-seção 2 acima).
O código fonte de um trabalho é a melhor forma de produzirem-se
alterações naquele trabalho. Códigos fontes completos significam todos
os fontes de todos os módulos, além das definições de interfaces
associadas, arquivos, scripts utilizados na compilação e instalação do
executável. Como uma exceção excepcional, o código fonte distribuído
poderá não incluir alguns componentes que não se encontrem em seu
escopo, tais como compilador, kernel, etc... para o SO onde o trabalho
seja executado.
Caso a distribuição do executável ou objeto seja feita através de acesso
a um determinado ponto, então oferta equivalente de acesso deve ser
feita aos códigos fonte, mesmo que terceiros não sejam obrigados a
copiarem os fontes juntos com os objetos simultaneamente.
4. Não é permitida a cópia, modificação, sublicenciamento ou
distribuição do Programa, exceto sob as condições expressas nesta
Licença. Qualquer tentativa de cópia, modificação, sublicenciamento ou
distribuição do Programa é proibida, e os direitos descritos nesta
Licença cessarão imediatamente. Terceiros que tenham recebido cópias ou
direitos na forma desta Licença não terão seus direitos cessados desde
que permaneçam dentro das cláusulas desta Licença.
5.Não é necessária aceitação formal desta Licença, apesar de que não
haverá documento ou contrato que garanta permissão de modificação ou
distribuição do Programa ou seus trabalhos derivados. Essas ações são
proibidas por lei, caso não se aceitem as condições desta Licença. A
modificação ou distribuição do Programa ou qualquer trabalho baseado
neste implica na aceitação desta Licença e de todos os termos desta para
cópia, distribuição ou modificação do Programa ou trabalhos baseados
neste.
6.Cada vez que o Programa seja distribuído (ou qualquer trabalho baseado
neste), o recipiente automaticamente recebe uma licença do detentor
original dos direitos de cópia, distribuição ou modificação do Programa
objeto deste termos e condições. Não podem ser impostas outras
restrições nos recipientes.
Caso esta Seção seja considerada inválida por qualquer motivo particular
ou geral, o seu resultado implicará na invalidação geral desta licença
na cópia, modificação, sublicenciamento ou distribuição do Programa ou
trabalhos baseados neste.
O propósito desta seção não é, de forma alguma, incitar quem quer que
seja a infringir direitos reclamados em questões válidas e procedentes,
e sim proteger as premissas do sistema de livre distribuição de
software. Muitas pessoas têm feito contribuições generosas ao sistema,
na forma de programas, e é necessário garantir a consistência e
credibilidade do sistema, cabendo a estes e não a terceiros decidirem a
forma de distribuição dos softwares.
Esta seção pretende tornar claro os motivos que geraram as demais
cláusulas destas Licença.
8. Caso a distribuição do Programa dentro dos termos desta Licença tenha
restrições em algum País, quer por patentes ou direitos autorais, o
detentor original dos direitos autorais do Programa sob esta Licença
pode adicionar explicitamente limitações geográficas de distribuição,
excluindo aqueles Países, fazendo com que a distribuição somente seja
possível nos Países não excluídos.
9. A Fundação de Software de Livre Distribuição (FSF - Free Software
Foundation) pode publicar versões revisadas ou novas versões desta
Licença Pública Geral de tempos em tempos. Estas novas versões manterão
os mesmos objetivos e o espírito da presente versão, podendo variar em
detalhes referentes a novas situações encontradas.
A cada versão é dada um número distinto. Caso o Programa especifique um
número de versão específico desta Licença a qual tenha em seu conteúdo a
expressão ``ou versão mais atualizada'', é possível optar pelas
condições daquela versão ou de qualquer versão mais atualizada publicada
pela FSF.
10. Caso se deseje incorporar parte do Programa em outros programas de
livre distribuição de softwares é necessária autorização formal do
autor. Para softwares que a FSF detenha os direitos autorais, podem ser
abertas exceções desde que mantido o espírito e objetivos originais
desta Licença.
AUSÊNCIA DE GARANTIAS
11. UMA VEZ QUE O PROGRAMA É LICENCIADO SEM ÔNUS, NÃO HÁ QUALQUER GARANTIA PARA O PROGRAMA. EXCETO QUANDO TERCEIROS EXPRESSEM-SE FORMALMENTE O PROGRAMA É DISPONIBILIZADO EM SEU FORMATO ORIGINAL, SEM GARANTIAS DE QUALQUER NATUREZA, EXPRESSAS OU IMPLÍCITAS, INCLUINDO MAS NÃO LIMITADAS, A GARANTIAS COMERCIAIS E DO ATENDIMENTO DE DETERMINADO FIM. A QUALIDADE E A PERFORMANCE SÃO DE RISCO EXCLUSIVO DOS USUÁRIOS, CORRENDO POR SUAS CONTA OS CUSTOS NECESSÁRIOS A EVENTUAIS ALTERAÇÕES, CORREÇÕES E REPAROS JULGADOS NECESSÁRIOS.
12. EM NENHUMA OCASIÃO, A MENOS QUE REQUERIDO POR DECISÃO JUDICIAL OU POR LIVRE VONTADE, O AUTOR OU TERCEIROS QUE TENHAM MODIFICADO O PROGRAMA, SERÃO RESPONSÁVEIS POR DANOS OU PREJUÍZOS PROVENIENTES DO USO OU DA FALTA DE HABILIDADE NA SUA UTILIZAÇÃO (INCLUINDO MAS NÃO LIMITADA A PERDA DE DADOS OU DADOS ERRÔNEOS), MESMO QUE TENHA SIDO EMITIDO AVISO DE POSSÍVEIS ERROS OU DANOS.
FIM DA LICENÇA
Apêndice: Como Aplicar Estes Termos a Novos Programas?
Caso se tenha desenvolvido um novo programa e se deseje a sua ampla
distribuição para o público, a melhor forma de consegui-lo é torná-lo um
software de livre distribuição, o qual qualquer um possa distribuí-lo
nas condições desta Licença.
Para tanto basta anexar este aviso ao programa. É aconselhável indicar
ainda no início de cada arquivo fonte a ausência de garantias e um
apontamento para um arquivo contendo o texto geral desta Licença, como
por exemplo:
uma linha para dar o nome do programa e uma breve idéia do que ele faz.
Copyright 19yy nome do autor
Este programa é um software de livre distribuição, que pode ser
copiado e distribuído sob os termos da Licença Pública Geral GNU,
conforme publicada pela Free Software Foundation, versão 2 da
licença ou (a critério do autor) qualquer versão posterior.
Este programa é distribuído na expectativa de ser útil aos seus
usuários, porém NÃO TEM NENHUMA GARANTIA, EXPLÍCITAS OU IMPLÍCITAS,
COMERCIAIS OU DE ATENDIMENTO A UMA DETERMINADA FINALIDADE. Consulte
a Licença Pública Geral GNU para maiores detalhes.
Deve haver uma cópia da Licença Pública Geral GNU junto com este
software em inglês ou português. Caso não haja escreva para Free
Software Foundation, Inc., 675 Mass Ave, Cambridge, MA 02139, USA.
Inclua também informações de como contatar você através de correio
eletrônico ou endereço comercial/residencial.
Caso o programa seja interativo, apresente na sua saída um breve aviso
quando de seu início como por exemplo:
Gnomovision versão 69, Copyright nome do autor Gnomovision NÃO POSSUI
NENHUMA GARANTIA; para detalhes digite `mostre garantia'. Este é um
software de livre distribuição e você está autorizado a distribui-lo
dentro de certas condições. Digite `mostre condição' para maiores
detalhes.
Os comandos hipotéticos `mostre garantia' e `mostre condição'
apresentarão as partes apropriadas da Licença Pública Geral GNU.
Evidentemente os comandos podem variar ou serem acionado por outras
interfaces como clique de mouse, etc...
Esta Licença Pública Geral não permite a incorporação de seu programa em
programas proprietários. Se o seu programa é uma subrotina de
biblioteca, você pode achar mais interessante permitir a ``ligação'' de
aplicações proprietárias com sua biblioteca. Se é isso que você deseja
fazer, use a Licença Pública Geral Gnu para Bibliotecas no lugar desta
Licença.
SISTEMA GNU/LINUX EM ESTAÇÕES DE TRABALHO
Processo proposto ardentemente, incentivado e executado por André Malaquias de Lima, parceiros e colaboradores, visando a maior segurança contra vírus e roubo de dados, o aumento da confiabilidade e disponibilidade, a redução intensiva de custos operacionais, o maior avanço tecnológico da empresa na mesma escala da TI mundial, a flexibilidade e integração plena com outros sistemas. Custando apenas empenho pessoal, algum investimento em tempo e dedicação a este sistema de porte e potencial pleno para personalização de um desenvolvimento multiplataforma e multilinguagem focado em E-learning o que será cada vez mais global, o GNU/Linux é um sistema que foi criado com intenções científicas e acadêmicas, sem interesses comerciais exclusivos como vendas casadas, cultura de dependência e monopólios que minam os recursos das empresas, mas ao contrário, focado na evolução e desenvolvimento científico-tecnológico dos sistemas digitais de comunicação e vem conquistando o mundo da TI inclusive ícones como IBM e SUN como pode ser comprovado em seus respectivos sites.
NOSSO PAÍS AVANÇANDO COM GNU/LINUX :
O FUTURO EM EXECUÇÃO HOJE.
O sistema digital GNU/Linux já dominou os servidores. Agora é a vez dos desktops. Sem custo de licença, interage de forma segura com a Internet e com redes Novell, Microsoft, Sun, Aplle. Economia, segurança, velocidade, integração nativa a todos os perfis mundiais do desenvolvimento digital, redução do número de infecções por vírus, assim como o aproveitamento pleno dos equipamentos se constituem em forte atrativo para as organizações nestes tempos. Várias empresas do mundo como Disney, Pixar Studios, Silicon Graphics, Lucas Arts (George Lucas-Star Wars), CLAMP Grupo Studio (Anime Chobits) entre outras, assim como de grandes cidades brasileiras como São Paulo, Porto Alegre e Campinas, e muitas outras por todo mundo como Munique estão adotando GNU/Linux com sucesso. Exemplos de organizações como: SERPRO, Justiça Federal - STJ, Rede Globo (GMC), as redes Carrefour, Pão de Açúcar e Wall Mart, Casas Bahia, Riachuelo, Pastoral da Criança, Cidade do Direito, Next Negócio Exterior Ltda, o SESC Campinas, e universidades como a Unicamp, bancos como HSBC, Banrisul, prefeituras de capitais do porte de São Paulo (129 Telecentros e no Centro Cultural de São Paulo) e Porto Alegre que vem adotando GNU/Linux em praticamente toda a infraestrutura de gestão pública.

Irresistível e consagrado o Anime Chobits do Grupo CLAMP e sua Intimidade e Intertextualidade com a Tecnologia GNU/Linux.
-proteger os dados e
sistemas da ameaça de ataques de grande quantidade de vírus que surgem a cada
dia para a plataforma MS-Windows que andam bem mais rápido do que os seus
antídotos como é inclusive frequentemente noticiado, tornando as corporações
infernalmente vulneráveis quanto aos seus valiosos
dados;
O GNU/Linux e demais softwares livres, por sua nativa flexibilidade facilitam soluções e projetos de clusters como os usados pela NASA, para reduzir custos desnecessários com hardware de
última geração e para melhor suportar a cargas de acessos de alto stress e gerar
também a substituição do custo total de licenças originais de programas
proprietários caros e inseguros por recursos para investimentos em
desenvolvimento e incentivos motivacionais ao principal patrimônio e capital das
empresas que são seus quadros de pessoal, distribuindo benefícios e
participações mensais nos lucros, salários anuais adicionais, opções de ações e
cotas parte de sociedade, planejando parcelas antecipadas em datas e valores
proporcionais a qualquer gasto previsto com licenças proprietárias do
MS-Windows e de seus programas acessórios, uma vez que estes
quadros realizam treinamentos, modelagens de configuração e adaptações contínuas
em toda estrutura das empresas e plataformas para otimizá-las extremamente e
atingir tenazes objetivos.
PARCERIAS EM TECNOLOGIA DE E-LEARNING
Estamos fazendo contato com Instituições que trabalham para inovar no segmento educacional, com a filosofia de usar tecnologia no seu método de ensino formativo e informativo: E-learning , dando aos alunos acesso aos mais avançados softwares em administração das informações pedagógicas de que necessitam, uma vez que a lei permite às Instituições Educacionais capacitar profissionalmente seus alunos utilizando métodos digitais do E-learning , o que se constitui também em excelente suporte a profissionais que já atuam na área de informática além de melhorar a empregabilidade dos seus alunos e profissionais, aumentando sua intimidade com sistemas e ambientes digitais, consolidando seus conhecimentos em tecnologia da informação, focando seus métodos de ensino para encaminhar o aluno na carreira de TI mesmo antes de sua graduação.
Incorporando E-learning a seus métodos de ensino, revolucionando o mercado brasileiro com tecnologia educacional avançada, garantindo com uma ambientação pedagógica digital a formação de profissionais altamente qualificados e preparados para enfrentar os desafios mundiais deste setor em acelerada e constante evolução, uma vez que terão maior intimidade com implementações digitais em seu próprio ambiente de aulas utilizados durante todo seu processo educacional e de formação.
Ressaltamos que os cursos tecnólogicos de nível superior diferenciam-se dos cursos tradicionais no que se refere aos métodos de ensino e conteúdo didático, devendo inclusive abranger matérias extremamente necessárias como e-learning para melhor preparar quem vai atuar nestas áreas. Todos os Cursos Superiores das diversas áreas, assim como os cursos livres e corporativos ministrados através dos métodos tradicionais seguem hoje a mesma linha, uma vez que as Instituições estão buscando atualizar seus métodos e acompanhar a evolução mundial das TIs.
Somos um Grupo com experiência concreta em e-learning, e podemos demonstrar nossos ambientes de aulas gratuitamente.
Prepare o avanço tecnológico de sua consagrada
Instituição Educacional e Cultural através da implantação de nossas plataformas
digitais de ensino: Terceirizando a estrutura de E-learning através de parceria
B2B para expansão on-line dos Campus.
Caros SENHORES RESPONSÁVEIS
POR RACIONALIZAÇÃO DE GESTÃO, QUALIFICAÇÃO, EDUCAÇÃO E
TREINAMENTO,
Apresentamos a esta Instituição a possibilidade de
terceirizar a imediata implantação da parte digital de sua estrutura pedagógica,
portando os seus conteúdos registrados para nossa administração conjunta e
direcionada, disponibilizando-os na Internet como e-services através de nossa
PLATAFORMA PEDAGÓGICA DIGITAL/ ENGINE DE E-LEARNING, isso, tanto para acesso de
seus alunos (e ex-alunos) presenciais tradicionais como para as áreas de apoio à
pesquisa continuada, dando suporte onipresente e acompanhamento estudantil e
profissional de vasto alcance, atendendo também às novas gerações de alunos que
virão das mais diferentes localidades do Brasil e do mundo, interessadas nos
diferentes formatos de cursos oferecidos por esta Instituição, a princípio em
Língua Portuguesa, porém após possível tradução futura dos conteúdos, podendo
esta Instituição literalmente abraçar a esfera pedagógica e educacional mundial,
tornando-se não apenas mais uma instituição local, regional ou nacional,
limitada apenas ao perfil de alunos já conquistado, que hoje inclusive carece de
maior apoio no sentido da atualização de métodos em conformidade com a evolução
acelerada das Tecnologias da Informação, Comunicação e
Educação.
Oferecemos e gerimos a estrutura de inserção de conteúdo com
critérios pré-definidos pela Instituição parceira e pelas nossas consultorias
internas, a total infraestrutura educacional digital servidora, personalizada,
com links a partir do site da instituição ou independente conforme os critérios
estabelecidos em negociações, incrementando as áreas de tutores e de
acompanhamento intensivo de acordo com os critérios e diretrizes pedagógicas da
Instituição parceira, bem como de todo seu legado, layouts, logomarcas e
eventuais estruturas pré-existentes.
Antecipando números, podemos indicar
investimento por parte da Instituição de 20% dos lucros mensais auferidos
através deste mercado o que teremos destinados para manutenção e atualização
contínua do sistema. Inicialmente teremos a total cobertura dos custos do
processo de implantação, por parte da Instituição interessada. A demonstração da
funcionalidade das plataformas pode ser posta disponível através do acesso
gratuito às aulas e serviços demonstrativos que
oferecemos.
Confirme !
Assista as
aulas gratuitas, conheça o nossos ambientes de aulas em texto, áudio e vídeo.
Conheça nossos sistemas de acompanhamento, provas on-line, segurança, pagamento
dos cursos e e-business e prepare-se para investir no futuro da vossa
conceituada Instituição !
Obrigado.
André Malaquias de
Lima
Contato:
9338-3933
ensinodigital@sistemajr.zzn.com
Em Busca de um Presente Melhor
Educação e Formação começam com Informação. Esta é a sua essência e a sua matéria-prima. Informação sensibilizante e com o lastro, esta é a essência da parte sadia da cultura humana. A informação automática em tempo de real sintonia com a sua necessidade e a verdadeira missão da informática. Para que isso ocorra de fato, nós, cidadãos comuns, também temos que segurar nas rédeas do desenvolvimento tecnológico e melhorar os sistemas existentes de acordo com os nossos gostos, limitações e necessidades. A humanidade sobreviveu até aqui graças à informação e registro do que fazia viver e do que causava a morte, quais os vegetais e animais podiam ser usados como alimento e quais os meios de combater as doenças e misérias físicas e da alma. A informação passada através das gerações, inclusive de boca em boca, foi responsável pelo fato de hoje através das tecnologias da comunicação e informação, nossas bocas poderem falar mais longe, nossa memórias poderem ser ampliadas e assessoradas por bytes de todas as dimensões, para armazenar e distribuir conhecimento. Para esta e todas as próximas gerações nosso semelhantes que vivem na mais profunda miséria precisam de informações personalizadas e automáticas de como cuidar melhor de si, de seus familiares e seus próximos e de como ter acesso ao que atenda suas necessidades. Podemos contribuir fortemente com isso nos engajando junto com cidadãos de todas as idades na empreitada global de produção e desenvolvimento de sistemas digitais que sejam extremamente humanizados, tornando-os absolutamente acessíveis a qualquer pessoa comum que queira ter acesso a aulas, notícias, músicas, ou vídeos, através de sistemas digitais de informação. Fazemos um apelo aos governos e pessoas dos países em desenvolvimento: Desenvolvam ! Utilizem os sistemas digitais de código livre como uma alavanca para evolução de toda a humanidade. Estejamos juntos empenhados para que a parte saudável de nossas culturas seja eternizada digitalmente através do emocionante registro da nossa cara, nossos filmes, música, arte, literatura e ciência e todas as técnicas de sobrevivência, reciclagem e saneamento básico colocadas em todas as nossas distribuições de sistemas digitais de informação de código livre. Informemos por exemplo que as garrafas Pet podem ser usadas para canalizar os esgotos a céu aberto. Aproveitemos o terceiro milênio, a terceira onda e todas as promessas de desenvolvimento do terceiro mundo e vamos contribuir todos para um profundo e intensivo avanço humanizante e aplicado da tríade Ecologia, Sociologia e Tecnologia, visando juntos compreender a verdadeira Biocracia de que tanto necessitamos. Vamos chegar juntos audaciosamente onde ninguém jamais esteve, em todas as regiões onde lindos sonhos sejam concretizados, por caminhos e meios além da imaginação, providenciando a humanização inteligente das interfaces digitais através do aumento da interação da coletividade global, por meio de mecanismos digitais colaborativos. Vamos juntos com toda a comunidade científica e tecnológica mundial colocar todo e qualquer recurso informativo existente ou por existir a serviço do desenvolvimento ecológico e humano, dispondo para o cidadão comum de todos os avanços científicos e tecnológicos conquistados diariamente. Cidadãos da Terra o mundo pode ser um lugar melhor agora desde que a humanidade inteira esteja consciente de que o futuro começa exatamente aqui.Empenhe-se a seu modo no desafio de reconstruir e disponibilizar todos recursos científicos e tecnológicos livres a serviço da evolução e desenvolvimento ecológico e humano, distribuindo conhecimento e preservando o ecossistema mundial. Já que hoje 20% da humanidade não possui esgoto vamos distribuir junto com os nossos sistemas as técnicas e estratégias avançadas de saneamento básico popular e reciclagem que são diariamente desenvolvidas pelos pensadores e agentes da evolução humana. Sendo o Brasil um dos ícones do desenvolvimento da tecnologia informática, mas ainda seguindo uma tendência de concentração de renda e méritos, somos possíveis grandes realizadores de projetos viáveis como a educação e a formação interativa em todos os níveis, do fundamental ao superior, através da disponibilização para acesso popular de todo o conhecimento acumulado nas Universidades Públicas e privadas, bem como de todo registro digital da produção diária dos professores destas universidades que podem se tornar os grandes precursores de uma época em que todos realizem seu trabalho profissional através de uma contribuição digital direta com a humanidade, manipulando e formatando sistemas digitais de acordo com seus critérios experiências e conhecimentos pessoais e profissionais, para serem distribuídos em larga escala. Lutemos por um crescimento brutal da produção livre nacional e mundial de sistemas digitais de informação através da inclusão personalizada dos nossos irmãos índios, cegos e analfabetos por exemplo, através dos editores vocais de texto e tradutores, pelos quais estes nossos irmãos podem trocar visões de mundo e nos transmitir seus conhecimentos e pensamentos sem nunca ao menos terem tido qualquer contato com um computador. Um de nossos sonhos perfeitamente realizáveis é incluir suporte a todas as línguas indígenas brasileiras e de outras regiões do mundo nos sistemas operacionais e programas de código livre como GNU/Linux, criando junto com cada comunidade, favela, aldeia, uma distribuição local, humanizada e personalizada, visando preservar a cultura de cada grupo social para que toda a humanidade possa desfrutar de suas contribuições com a cultura do mundo. Sonhamos também, porque não, com máquinas digitais mais leves, resistentes, impermeáveis e portáteis a custos e preços humanos, movidas a fontes energéticas como a solar, eólica, dínamos, hidrogênio e outras fontes, com todas as peças recicláveis e biodegradáveis, podendo ser trocadas ou reconstruídas por qualquer pessoa.Vamos redescobrir este mundo através conversas com tradução simultânea em áudio com pessoas de qualquer linguagem e lugar do mundo (São hoje mais de seis bilhões de possíveis contatos).Vamos concretizar estes sonhos juntos, pois eles já são perfeitamente possíveis nestes tempos desde que trabalhemos para isso, juntando nossas vontades, forças e conhecimentos.
André Malaquias de Lima
Algumas Reflexões sobre Fatos Polêmicos Recentes
O poder social dos programas de código livre, absolutamente revolucionário do ponto de vista o humano, global e quanto a colaboração científica, só poderá ser preservado com a abertura total dos códigos de cada aplicação, completa e garantida a toda a comunidade (desde pessoas comuns a desenvolvedores do mundo), às claras, para que surjam inúmeras novas variáveis e não apenas o segundo partido, a vice condição, o segundão que vai virar o primeiro, o próximo monopólio, aquele que vai tomar o poder, a pedra filosofal, o Santo Graal, visão que combina bem com o espírito de quem deseja se tornar o Bill Gates do GNU/Linux, e tende a se preparar de forma completamente imprópria para uma guerra de distribuição que vai ficar cada vez mais suja se for por este caminho. A grande vitória vem do inusitado e está mais do que na hora de assumirmos uma postura mais ousada seguindo o exemplo inicial de Linus Torvalds desenvolvermos um GNU/Linux melhor do que o Linux e contribuirmos para que surjam múltiplos Kernels com pequenas ou intensas variáveis nas linhas de código de modo a se perpetuarem estes códigos preservando a compatibilidade, e que não possam ser reivindicados exclusivamente por quem quer que seja , gerando sistemas filhos e derivados com diretórios genéricos com nomes diferenciados em sua estrutura, utilizando as línguas locais, criando a definitiva impossibilidade de se controlar o GNU/Linux. Que todos que tem algum poder e prestígio dentro da comunidade GNU/Linux hoje, abram mão do anseio de ser o Bill Gates alternativo e passem a se concentrar mais na multiplicação da distribuiçào objetiva, sincera, real e mastigada de todos os códigos fontes, assegurando que estejam disponíveis em todas as bibliotecas públicas e escolas do mundo, garantindo o acesso e principalmente a modificação continuada dos mesmos.
O único meio de garantir que nenhuma empresa com sua mentalidade estéril e desumana se use de meios oficiais desonestos para se apropriar de códigos que não lhe pertencem é salvaguardar infinitas versões dos códigos chamados de Unix-like. A exemplo do que aconteceu com a Santa Cruz, outras e outras empresas apoiadas pelo dinheiro e pelos métodos de concorrência utilizados pelos poderosos e seu dinheiro, farão investidas contra a liberdade e a democratização do conhecimento, assim como do desenvolvimento científico pleno, em nome de uma suposta propriedade intelectual e direitos autorais que comprovadamente nunca respeitaram, lembrando processos diversos que perderam por se apropriarem de códigos alheios mesmo tendo dinheiro de sobra para pesquisa e desenvolvimento de seus próprios códigos, muito diferentemente da maioria dos programas GPL vistos com maus olhos por empresários de TI que ignoram o poder produtivo dos mesmos ou são mal-intencionados e procuram concentrar apenas em suas mãos o conhecimento que é patrimônio da humanidade, mostrando-se indispostos com o surgimento de versões paralelas de programas semelhantes aos que compraram, roubaram ou desenvolveram co base em programas livres, uma vez que a mentalidade monopolista e não se conforma com qualquer possibilidade de alternativas ou concorrência aos serviços ou produtos que oferecem e já não estimula qualquer vontade de trabalhar no desenvolvimento real de seus produtos ou serviços, mas apenas faturar às custas de uma exclusividade em cima de Aplicativos, Sistemas Operacionais e Acessórios Lógicos para Computador
Coordenação,
Projeto, Documentação, Consultoria & Programação:
André
Malaquias de Lima
Análise de Sistemas, Revisão de Códigos e Webdesigner : Hórus A.Z.A.T.M. de Lima
Apoio, Patrocínio e Testes : Gisele Ferreira Jorge
Revisão, Conteúdo e Reciclagem Artesanal : Alcina Alves Silva
Apoio Institucional e Conceitual : Natália Nolli Sasso
Webmarketing, Representação, Editoração, Revisão e Testes : Gisele Alves
Webdesigner : Nadja Jorge Souza
Fotografia e Webdesigner : Mauricio Pagliuca
Coordenação e Programação : José Roberto de Jesus
Análise e Testes : Abner Misael do Nascimento
Monitoria e Suporte : Igor Van Langendonck
Webmarketing, Representação, Editoração, Revisão : Kenia Santos Amorim
Testes de Navegação e Usabilidade : Rawena Nelifer A. Amorim de Lima
Apoio Institucional : Caio Cesar Cintra Fernandes
Apoio Institucional e Conceitual : Cássio Quitério
Programação e Desenvolvimento : Djalma Chagas Bina
Análise de Suporte : Markus Moreira Halbig
Analista Desenvolvedor : Hugo Marcus Jorge
Testes de Navegação e Usabilidade : Vanessa Raquel Lambert de Souza
Análise de Suporte : Marilza Evangelista da Silva
Análise de Suporte : José Rogério Soares
Análise de Suporte WEB : Regiane Batista de Carvalho
Análise de Suporte WEB : Evandro Spontron
Análise de Suporte WEB : Hilda Bertini
Análise de Suporte WEB : Claudia Ribeiro da Silva
Aplicação e Análise de Suporte : Cassio Bruno Cristaldo Mendes
Aplicação e Análise de Suporte : Aline Alves de Souza
Análise de Sistemas e Suporte : Pedro Gomes Clemente
Representação e Análise de Suporte e Migração : Isabel M. Mayer
Análise de Usabilidade e Testes : Leila Kim
Análise de Suporte : Eduardo C. Bernardes Filho
Análise de Sistemas e Suporte : Gustavo Santos da Cunha
Análise de Sistemas e Suporte : Matheus Delgado Vanzella
Análise de Sistemas de Suporte Wireless: Fabio Cesar Otrenti
Aviso
aos Colaboradores/Desenvolvedores
* Atua na prestação de
serviços profissionais autônomos em:
Projetos tecnológicos, checagem , análise , processamento e controle de qualidade de dados lógicos, consultoria, pesquisa e desenvolvimento de sistemas operacionais GNU/Linux e aplicativos GPL personalizados por encomenda, integração plena e manutenção de computadores e redes corporativas, programação, bancos de dados com GNU/Linux/BSD/GPL (código livre), monitoria, instruções e treinamentos de informática básica e avançada testes de hardware, programas corporativos e domésticos, análise de suporte, recuperação de dados, edição de drivers, automação comercial e industrial, servidores internet completos, implantação de sistemas, planejamento de segurança de dados digitais, controle de qualidade, documentação de sistemas.
Cursos e conhecimentos de tecnologias da informação
Criação e manutenção de bancos de dados com MySQL, PostgreSQL, PHP, SGML, DHTML, JAVASCRIPT, XML, PERL, Java, Python e outras; nível superior : engenharia de software através do M.I.T - Massachusetts Institute of Technology - (OCW, em andamento), possuo conhecimentos práticos e teóricos de mais de 30 sistemas operacionais (principalmente distribuições GNU/Linux), 15 linguagens de programação multiplataforma como Java, C, C++, Assembler e PHP) e as principais aplicações para produtividade em plataformas GNU / Linux / BSD, SUN , Apple, MS.
Experiências profissionais:
18 anos de prestação de serviços para clientela diversificada, desde empresas do setor jurídico, educacional e marketing a organizações, entidades e instituições públicas como SESC Vila Mariana e SESC Pinheiros, e ONGs como IIC-FGVSP, CDI-SP, Projeto Cidadão (inclusão digital / 3º setor)
Entre as atividades desenvolvidas:
-desenvolvimento de software, consultoria e suporte avançado em TI,
documentação de plataformas; elaboração de manuais técnicos e de usuários,
análise de sistemas e códigos fonte, desenvolvimento e manutenção
lógica.
-implantação de sistemas operacionais e aplicativos de código livre
(estudos e experiências através do apoio da comunidade científica
internacional)
Pretensão salarial
Aceita proposta detalhada por escrito em função do planejamento do trabalho, incumbências e previsões orçamentárias da contratante e formas alternativas de composição de pagamento como a oferta concreta de parte do mesmo na forma de benefícios, bolsas de estudo, cursos, serviços, convênios e itens de hardware e software.
André Malaquias de Lima
nascido em 03/08/1968: 3
filhos
fone: 9338-3933
rua do Paraiso 521 - cep 04103-000
Paraiso-São Paulo-SP- Brasil
e-mail: saberlivre@gmail.com
Perfil profissional: evolutivo, dinâmico, criativo, persistente, intuitivo.
Projetos: dez anos amadurecendo desenvolvimento de sistemas de código livre para plena utilização corporativa e pessoal, explorando comandos vocais, conteúdo, módulo cloop, continuamente em busca de novos colaboradores e patrocinadores.
Lema Pessoal e do Grupo : Alta Fidelidade, Alta Flexibilidade
PROPOSTA PARA REDES CULTURAIS NACIONAIS E MUNDIAIS (SESC, ROTARY):
Oficina de Informática Livre, Computação Popular e Cultura Digital Multiplataforma:
Coordenação: André Malaquias de Lima,
Descrição:
Destina-se a demonstrar facilidades de informação e comunicação e as possibilidades educacionais, culturais, científicas e profissionais sem limites ou precedentes proporcionadas pelo uso dos programas de código fonte livre.
Perfil do Público Alvo:
Pessoas interessadas no conhecimento popular da informática e da computação genéricas, universais e científicas.
Esquema inicial de turmas:
Turma A : das 9 às 10:30 hs
Turma B : das 10:30 às 12:00 hs
Dias da Semana: aos Sábados e Domingos
Duração total das oficinas: 3 meses / intervalo de 90 dias corridos
Total de dias: 24
Carga horária : 36 horas
Programação:
1- “Salvar como, onde e porque ?” : Conceitos de tipos de arquivos, e métodos de armazenamento, leitura, escrita e linguagens digitais universais.
2 – Informática comercial e científica: As diferenças entre nomes científicos e comerciais e as compatibilidades entre os formatos digitais científicos universais e os formatos comerciais.
3 - Informática de Código Livre: Conhecimento Científico Mundial compartilhado com você !
4 - Liberdade produtiva: Desenvolvimento sem escalas
5 - Informatização de acervo: Mitos e cuidados com segurança, privacidade, direito e liberdade de expressão.
6 – Autodidática : E-learning, meios atuais de comunicação, estudos, formação e pesquisas simples e avançadas
7 - Include : Interface colaborativa e lúdica para didática eletrônica
8 - A evolução pessoal e social através dos sistemas GPL
9 - A atual e intensa participação brasileira no desenvolvimento mundial da tecnologia digital da informação e da comunicação
10 - Ciência popular e tecnologias digitais livres
11 - ”O garçon digital e a corrida do bastão ” : Conceitos de sistemas clientes e servidores
12 - ”A caneta mágica” : Conhecendo ferramentas de edição de : textos, planilhas, desenhos, fotos, áudios, apresentações, vídeos, e aplicativos (10 dias) .
13 -”Internet : A reconstrução da biblioteca de Alexandria no terceiro milênio” - Projeto Rau-tu, Metaong, etc
14 -Mais fácil e mais difícil do que parece : Aparências que revelam ou confundem, dicas e macetes, processos mnemônicos.
15 -”Um por todos e todos por um”: Participando pessoalmente do desenvolvimento mundial da tecnologia atual da informação e da comunicação
Parceria: Suporte necessário e custo mensal para o SESC
Custo mensal pela realização das oficinas juntamente com a configuração plena e manutenção lógica do sistema GNU/Linux e seus aplicativos multimídia em todas as máquinas da Internet Livre de modo paralelo ao sistema existente com revisão contínuada uma hora antes do início da utilização por parte da primeira turma e uma hora após a utilização por parte da última turma:
R$ 640,00 + passagens, refeições e hospedagem a combinar conforme a localidade.
Sem custo para inscritos: ou a critério da rede SESC
OFICINA DE RECICLAGEM ARTESANAL DE PAPEL E CRIAÇÃO DE BRINDES
Curso e Oficina Livre de Criação de Brindes por meio da Reciclagem Artesanal de Papel : Produção Popular e Comunitária, Empreendedorismo e Consciência Sócio Ambiental:
“Conhecendo o poder empreendedor do Reaproveitamento e Manufatura de Papel somado a elementos naturais como folhas secas e bagaço de cana na produção com responsabilidade ecológica com incentivo à preservação da vida no planeta.
Coordenação: Alcina Alves Silva
Descrição:
Destina-se a demonstrar as possibilidades educacionais, culturais, ambientais e empresariais proporcionadas pelo uso de papel reciclado.
Perfil do Público Alvo:
Pessoas interessadas no conhecimento popular das técnicas de reciclagem artesanal de papel, e no consequente desenvolvimento do seu potencial criativo para o fortalecimento de suas iniciativas empreendedoras, o aumento da sua empregabilidade e qualificação para o convívio social.
Esquema
Dias preferenciais da semana: aos Sábados e Domingos.
Carga horária diária: 4 horas - duração total do curso / oficina : 48 horas
Programação:
1- “Descrição dos materiais utilizados” : Tipos de papéis aproveitáveis, Matérias primas naturais, Materiais prontos, Confecção do papel, Descrição de ferramentas necessárias à produção, montagem de kits de produção, desenvolvimento de produtos, personalizações, exemplos de produtos, laboratório de criação, estratégias de decoração.
2 - Tipos de papéis aproveitáveis;
3 – O uso de matérias primas naturais;
4 - Liberdade criativa na produção;
5 - Confecção de padrões de papel reciclado;
6 - Organização do ambiente de trabalho e montagem de kits de produção;
7 - Descrição de tipos de ferramentas necessárias conforme o perfil da produção;
8 - A evolução da imagem organizacional e o benefiício social trazido pelos brindes confeccionados com papel reciclado;
9 - O desenvolvimento de novos produtos e de novas técnicas de reciclagem;
10 - Técnicas de modelagem e personalização de brindes;
11 - Montando seu portfóilio e show-room, exemplos de demonstração de produtos;
12 – Decoração e montagem de eventos sociais com o uso de brindes manufaturados com itens recicláveis.
Parceria: Suporte necessário e custo mensal para o SESC
Custo mensal pela realização das oficinas R$ 100,00 a hora.
Refeições e hospedagem a combinar conforme a localidade.
Sem custo para inscritos ou a critério da rede SESC
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SISTEMA OPERACIONAL |
GNU/LINUX |
MS-WINDOWS |
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PRAZO: |
CURTO MÉDIO LONGO |
CURTO MÉDIO LONGO |
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(PROJEÇÕES APROXIMADAS) |
(PROJEÇÕES APROXIMADAS) |
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ITENS DE CUSTO POR COMPUTADOR / CPU |
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IMPLANTAÇÃO |
HORA R$ 50,00 |
HORA+LICENÇA R$ 850,00 |
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MANUTENÇÃO |
HORA R$ 50,00 |
HORA R$ 50,00 |
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ATUALIZAÇÃO |
R$ 0,00 |
ACIMA DE R$ 850,00 |
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APLICAÇÕES |
R$ 0,00 |
ENTRE R$ 850,00 E R$ 75,000,00 |
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LICENCIAMENTOS |
R$ 0,00 |
APROX. R$ 800,00 |
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MÃO DE OBRA POR HORA |
HORA/ENCARG/APROX. R$ 50,00 |
HORA/ENCARG/APROX. R$ 50,00 |
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TEMPO ATUAL DE IMPLANTAÇÃO |
ENTRE 8 E 20 MINUTOS DE TRABALHO / MÃO DE OBRA |
ENTRE 30 E 80 MINUTOS DE TRABALHO / MÃO DE OBRA |
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TEMPO DE MANUTENÇÃO |
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EX: A CADA TRAVAM. OU VÍRUS |
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TEMPO ATUAL DE ATUALIZAÇÃO |
30 MINUTOS |
SP ETC. ENTRE 30 E 80 MINUTOS DE TRABALHO / MÃO DE OBR |
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HARDWARE NECESSÁRIO |
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DEPRECIAÇÃO |
NULA OU 1% AO ANO |
INSTRUÇÕES CONFLITANTES E VÍRUS: - R$ 25,00 MENSAIS |
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LEGALIZAÇÃO |
MÃO DE OBRA APROX. R$ 50,00 |
MÃO DE OBRA + R$ 850,00 OU +3.000 X R$ 850,00 (ABES / MS) |
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TOTAL APROXIMADO |
CALCULE VOCÊ MESMO ! |
CALCULE VOCÊ MESMO ! |
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CUSTOS ADICIONAIS: |
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+ BILHÕES USADOS EM PROPAGANDA SOBRE MENOR TCO REPASSADOS COMO CUSTOS DE LICENCIAMENTOS ÀS ORGANIZAÇÕES E CLIENTES FINAIS EM GERAL. ORIGENS U$ |
R$ 0,00 |
R$ ? |
Dificuldades para implantar GNU/Linux
Discute-se entre aqueles que dizem encontrar dificuldades para usar GNU/LINUX:
Será que as crianças e pessoas humildes (inclusive semi-analfabetas) que frequentam telecentros e conseguem usar tranquilamente GNU/LINUX são mais capacitadas do que as pessoas que trabalham em grandes escritórios públicos e privados ?
Sendo o MS-DOS utilizado por tantos anos e as primeiras versões de sucesso do Windows carentes de tantos drivers, a não ser pela milionária propaganda através de cursos de produto (e não de informática genérica/científica) e das pressões comerciais monopolistas, teria sido realmente mais complicado usar SHELL e versões GNU/Linux como Conectiva, Corel Linux, e Open Linux com belíssimas e funcionais interfaces gráficas como KDE e GNOME ?
Para aqueles que dizem que o GNU/LINUX não está pronto para desktops:
A qual das múltiplas distribuições e versões vocês se referem e para quais finalidades de uso o sistema não estaria preparado?
Vamos analisar juntos com franqueza:
Os homens públicos* e pessoas de alto comando e influência, nossos
responsáveis pelas administrações públicas e privadas, desde 1984 (Projeto GNU)
até hoje, 2004, às custas de seus funcionários, clientes e eleitores, contribuem
usando nossos recursos financeiros, (o setor público enviando R$ 1,5 bilhão por
ano** recolhidos de impostos como ICMS e IPI, que até moradores de rua pagam
embutidos no preço do cafezinho ou pão que consomem com a esmola que recebem, e
o setor privado investindo mal outro R$ 1,5 bilhão de modo comodista e viciante)
para a manutenção da fortuna (60 bilhões de dólares - declarados) do Sr. Gates
(Microsoft), pagando por licenças desnecessárias do MS-DOS, Windows (hoje XP e
Longhorn) e aplicativos dependentes em licitações tendenciosas, argumentando
para colocar impedimentos ao desenvolvimento da produção nacional independente
(largamente apoiada pela comunidade mundial do conhecimento tecnológico livre de
licenciamentos extorsivos) e barrar o crescimento da prosperidade dos
brasileiros, são responsáveis pela miséria, aumento esmagador da carga
tributária e consequente inadimplência ou falência das empresas que se consegue
constituir pagando tantas taxas, sumiço dos empregos e queda das condições
gerais da educação no país nos últimos anos. A ingenuidade de muitos empresários
brasileiros no alinhamento com este tipo de política, faz com que mais cedo ou
mais tarde, suas boas idéias de software sejam completamente engolidas pela
mesma gigante que nos quer manter como colônia.
*(Exemplos: 86 a
89:Sarney-PMDB; 90 a 93:Collor/Itamar/FHC; 94 a 2001:FHC-PSDB 8 anos!; 2002 a
2004:Lula-PT)
**Dados publicados na Revista EXAME Ano 38 nº 22 EDIÇÃO 830
10/11/2004
Uma atitude para corrigir isso agora:
Usar este R$ 1,5 bilhão gasto a cada ano e direcionar verbas como a do FAT para qualificação e contratação maciça de pessoal autônomo e empresas brasileiras dispostos e dedicados a implantação e desenvolvimento de software livre, dispondo das próximas verbas que seriam destinadas indevidamente ao pagamento de licenças USA/Microsoft e de suas parcerias no cultivo e renovação desse monopólio destrutivo para nossa capacidade produtiva, conforme as leis (como a 8.666), normas e critérios gerais e específicos (como o artigo 39 do código de defesa do consumidor, eliminando compras casadas de hardware sem discrimnar as opções de software operacional e suas diferenças de custo, TCO e vulnerabilidades se também julgarem necessário) aplicando com honestidade e competência, discriminando a compra de programas para computador (softwares /componentes lógicos com finalidades e custos opcionais) de suas estruturas e componentes físicos (hardware)
VENDA CASADA É CONSIDERADA PRATICA ABUSIVA
PELO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR
O Artigo 39 do
Código de Defesa do Consumidor prevê em seu inciso 1º que é vedado condicionar o
fornecimento de produtos ou serviços ao fornecimento de outro produto ou
serviços bem como, sem justa causa, a limites quantitativos.
Isto é, quando
um fornecedor coloca um produto no mercado ou oferece um serviço, não pode
vincular sua venda ou prestação à aquisição ou contratação de outro produto ou
serviços. Isso significa que essa prática é considerada abusiva e pode ser
matéria de discussão judicial como também, é proibido ao fornecedor obrigar o
consumidor a adquirir um número determinado de produtos ou serviços, sem justa
causa, pois se caracterizará a prática abusiva. Dessa forma, o fornecedor não
poderá se negar a oferecer um produto ou serviço impondo como condição ao
consumidor que este adquira outro: a chamada venda
casada.
Um exemplo a ser citado trata-se da prestação
de serviços de acesso rápido à internet. Isto é, empresas que condicionam o
serviço de acesso à contratação de um provedor de Internet pelo consumidor o que
segundo a justiça, é considerada abusiva e enquadra-se dentro dessa modalidade
de infração.
Diante destes fatos, já existem muitos casos de ações movidas na
justiça que condenam empresas a prover o acesso rápido ao consumidor sem que
este seja obrigado a contratar um provedor, sob pena de multa diária pelo
descumprimento. Enfim, todos os consumidores que se sentirem lesados por esse
tipo de prática devem recorrer a Justiça e fazer valer seus direitos.
Começa hoje mutirão para migração de 60% das máquinas para software livre A
utilização de software livre por 60% das estações de trabalho faz parte das
metas empresariais do SERPRO definidas para este
ano. Para alcançá-la, desde ontem, 3 de novembro, está sendo realizada ação
conjunta de todas as áreas da empresa com o objetivo de instalar, massivamente,
o Gnu/Linux.
Estão sendo priorizadas as estações administrativas e de
suporte técnico que possuem configuração de hardware compatível com o modelo de
instalação previsto. A ação ocorrerá até 19 de novembro, com a participação de
voluntários, de integrantes dos Comitês de Software Livre das regionais do
SERPRO e da Supti.
Conforme nota enviada pelo diretor Armando Frid a
todos os empregados em 1º de novembro, a participação no lucros (PPLR) está
vinculada ao alcance das metas corporativas definidas. Além disso, a migração é
um passo para alinhar a empresa à política de software livre do governo federal,
com o objetivo de diminuir custos e aumentar a autonomia tecnológica.
Colaboração: Deivi Kuhn - UAE/Diret - SEPRO
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Microsoft é condenada e bolsas caem
Incerteza a longo prazo para a gigante do software
Projeto de Lei do Senado nº , de 2000
Conheça algumas táticas dos hackers
Brincadeira da Microsoft permite invasão a sites
Impressora projetada em 1821 é reconstituída
Ericsson denuncia fraude via e-mail
Microsoft minimiza bug no FrontPage
O vírus das bolsas nas estrelas da rede
Divisão da Microsoft vai ser sugerida nos Estados Unidos
Microsoft despenca e perde quase metade do valor na bolsa em quatro meses
Justiça propõe divisão da Microsoft em duas empresas
Microsoft é condenada e bolsas caem
Terça, 04 de abril de 2000, 09h52min
A Microsoft foi considerada culpada de práticas monopolistas no mercado de programas de navegação para a Internet. A punição - que pode representar a separação da companhia de Bill Gates em várias empresas - só será definida dentro de alguns meses.
A decisão de ontem provocou queda nas ações da Microsoft, o que arrastou o índice Nasdaq, do setor das companhias de alta tecnologia em Nova York. O Nasdaq perdeu 7,63%, e a Bolsa de São Paulo (Bovespa) caiu 3,22%.
O despacho do juiz federal Thomas Penfield Jackson não é definitivo. Gates anunciou que ainda tentará um acordo amigável, mas também vai recorrer da decisão. O juiz acusa a Microsoft de violar o Ato Sherman, a lei Antitruste dos EUA. A empresa teria usado práticas anticompetitivas e predatórias para ter o monopólio (controle do mercado) na venda de programas de navegação (browsers).
Até o final de semana, a Microsoft tentava um acordo extrajudicial com o Departamento de Justiça e 19 Estados norte-americanos, que movem o processo, mas as negociações fracassaram. O processo poderá se arrastar por mais de dois anos, segundo William Kovacic, professor de Direito e especialista em antimonopólio da Universidade George Washington. O caso poderá chegar até a Suprema Corte de Justiça. Ainda é possível um acordo amigável.
As ações da Microsoft despencaram 14,47% ontem, em decorrência do fracasso das negociações, anunciado sábado, e porque o mercado já esperava a decisão do juiz. As ações fecharam o dia valendo US$ 90,87. O índice Nasdaq teve ontem a maior perda em pontos da sua história. As perdas reduziram o valor de mercado da empresa em mais de US$ 79 bilhões e retiraram US$ 11,4 bilhões da fortuna pessoal de Gates - ao menos temporariamente.
Outros papéis caíram devido à troca de posições na "nova economia" por ações de empresas tradicionais, especialmente do setor financeiro. Isso fez com que o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechasse com alta de 2,75%.
A Microsoft tem 35 mil funcionários, estava avaliada em mais de US$ 500 bilhões no mercado de ações, antes do baque de ontem, e faturou US$ 19,75 bilhões em 1999. Segundo o juiz Jackson, o grupo engajou-se em "campanha ilegal em defesa o monopólio no mercado de sistemas operacionais" e ainda tentou ter o monopólio de navegadores para a Internet.
A origem do processo é o Internet Explorer, programa de navegação na Internet que a Microsoft tentou incluir compulsoriamente no sistema operacional Windows 95. A ação foi aberta em 1998, mas os desentendimentos começaram muito antes.
Desde 1991 a companhia é investigada por monopolizar o mercado de sistemas operacionais - programas que fazem os computadores funcionar. No lançamento do Explorer, a Microsoft tentou obrigar os fabricantes de micros (PCs) a instalar seu navegador no lugar do Netscape Navigator, sob ameaça de não vender o Windows 95. O objetivo: aproveitar a presença do Windows em 90% dos PCs do mundo. Na época, o software da Netscape era utilizado em 75% dos computadores conectados à Internet.
Por tentar essa venda casada, a Microsoft foi acusada de violar as leis antitruste do país e, em 1997, condenada a pagar multa de US$ 1 milhão ao dia se insistisse na prática. A companhia passou então a entregar versões antigas do Windows aos fabricantes de PCs, fazendo com que as máquinas novas saíssem de fábrica com software desatualizado. Durante o processo, o juiz Jackson tentou promover um acordo entre as partes para evitar a esperada avalanche de apelações.
O que diz Bill Gates:
A Microsoft informou que vai apelar da decisão da Justiça, assim que o juiz Thomas Penfield Jackson encerrar os procedimentos legais do processo, o que deve levar vários meses. Mas Bill Gates, fundador e presidente do conselho da empresa, disse à noite que continuará tentando um acordo amigável com o Departamento de Justiça e os 19 Estados norte-americanos que movem o processo contra o seu grupo.
Agência RBS
Incerteza a longo prazo para a gigante do software
Por Kevin Anderson, em Washington - BBC
O veredicto de segunda não vai ter um grande impacto sobre a Microsoft a curto prazo, mesmo que as ações da empresa tenham despencado nas Bolsas norte-americanas e européias na segunda-feira.
Mas o processo judicial vai ser uma distração para a empresa numa fase crucial de mudanças, acreditam os analistas. E ele ainda pode gerar novos processos.
Charles Rutstein, da consultoria de informática Forrester Research, afirma que "por mais importante que esse veredicto seja, todos nós sabíamos que ele iria sair".
E resume as expectativas do setor: "A Microsoft ainda tem o monopólio dos sistemas operacionais de computador (com o Windows). E, em qualquer prognóstico para o futuro, isso vai permanecer".
Dan Kusnetzky, analista de sistemas operacionais da International Data Corporation (IDC), concorda: "Eu tenho a impressão de que isso (o veredicto) não vai mudar muita coisa para a Microsoft e os parceiros dela".
Mas, a longo prazo, há incertezas. Os atuais clientes da Microsoft podem no futuro "mandar o cheque para outra empresa", diz Kusnetzky.
Desafios pós-PC
Se hoje a Microsoft tem o monopólio dos programas para computadores pessoais (PCs), a era pós-PC já está agitando e transformando o mercado.
Segundo Kusnetzky, as vendas de aparelhos de informação - de pequenos terminais, usados para acessar a internet a celulares inteligentes, passando por palm tops (computadores que cabem na palma da mão) - vão superar as vendas de PCs já em 2004.
A IDC prevê que esse novo mercado possa significar US$ 17,9 bilhões (R$30,97 bilhões) daqui a quatro anos.
"A Microsoft é poderosa no setor de PCs, mas não tem controle sobre o mercado de servidores. Ela não é dona da sala de estar, do carro ou da mão que segura o celular", alfineta Michael Gartenberg, analista-chefe de produtos Microsoft para a consultoria Gartner Group.
"Todas essas coisas vão mudar o mercado radicalmente nos próximos anos," diz Gartenberg.
Esse processo, e outros que devem vir na esteira dele, vão ser uma distração para a Microsoft, num momento em que ela tenta se manter como um dos grandes competidores de um mercado que está se transformando rapidamente.
O veredicto do juiz Jackson pode ter aberto caminho para várias ações civis contra a Microsoft, que já acumula mais de cem processos.
"Acredito que haja uma avalanche de ações nos Estados Unidos, no Canadá e em cada um dos países europeus", disse Kusnetzky.
Projeto de Lei do Senado nº , de 2000
(Senador Renan Calheiros)
Define e tipifica os delitos informáticos, e dá outras providencias
O CONGRESSO NACIONAL decreta,
Art. 1º Constitui crime de uso indevido da informática:
§ 1º contra a inviolabilidade de dados e sua comunicação:
I - a destruição de dados ou sistemas de computação, inclusive sua inutilização;
II - a apropriação de dados alheios ou de um sistema de computação devidamente patenteado;
III - o uso indevido de dados ou registros sem consentimento de seus titulares;
IV - a modificação, a supressão de dados ou adulteração de seu conteúdo;
V - a programação de instruções que produzam bloqueio geral no sistema ou que comprometam a sua confiabilidade.
Pena: detenção, de um a seis meses e multa.
§2º contra a propriedade e o patrimônio:
I - a retirada de informação privada contida em base de dados;
II - a alteração ou transferência de contas representativas de valores;
Pena: detenção, de um a dois anos e multa.
§ 3º contra a honra e a vida privada:
I - difusão de material injurioso por meio de mecanismos virtuais;
II - divulgação de informações sobre a intimidade das pessoas sem prévio consentimento;
Pena: detenção, de um a seis meses e multa.
§ 4º contra a vida e integridade física das pessoas:
I - o uso de mecanismos da informática para ativação de artefatos explosivos, causando danos, lesões ou homicídios;
II - a elaboração de sistema de computador vinculado a equipamento mecânico, constituindo-se em artefato explosivo;
Pena: reclusão, de um a seis anos e multa.
§ 5º contra o patrimônio fiscal :
I - alteração de base de dados habilitadas para registro de operações tributárias;
II - evasão de tributos ou taxas derivadas de transações "virtuais";
Pena: detenção, de um a dois anos e multa.
§ 6º contra a moral pública e opção sexual:
I - a corrupção de menores de idade;
II - divulgação de material pornográfico;
III - divulgação pública de sons, imagens ou informação contrária aos bons costumes.
Pena: reclusão, de um a seis anos e multa.
§ 7º contra a segurança nacional:
I - a adulteração ou revelação de dados declarados como reservados por questões de segurança nacional;
II - a intervenção nos sistemas de computadores que controlam o uso ou ativação de armamentos;
III - a indução a atos de subversão;
IV - a difusão de informação atentatória a soberania nacional.
Pena: detenção, de um a dois anos e multa.
Art. 2o Os crimes tipificados nos §§ 1o a 3o são ações penais públicas condicionadas a representação e os demais ações penais incondicionadas.
Art. 3º Qualquer um desses crimes que venha a ser praticado contra empresa concessionária de serviços públicos, sociedades de economia mista ou sobre qualquer órgão integrante da administração pública terão suas penas aumentadas para dois a seis meses e multa, nos casos dos §§1º e 3º e de um ano e seis meses a dois anos e seis meses e multa nos demais casos.
Art. 4º Caso seja praticado qualquer um dos crimes tipificados nesta Lei como meio de realização ou facilitação de outro crime, fica caracterizada a circunstância agravante qualificadora, aumentando-se a pena de um terço até a metade.
Art. 5º Todos os crimes por uso indevido de computador estão sujeitos a multa igual ao valor do proveito pretendido ou do risco de prejuízo da vítima.
Art. 6o Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICAÇÃO
O espaço cibernético é um mundo virtual onde os defeitos e os atos ilícitos dos seres humanos se reproduzem com a mesma facilidade como as suas virtudes e suas atividades lícitas.
O uso da tecnologia informática é um instrumento que facilita o desenvolvimento social e cultural da sociedade, permitindo que um número crescente de pessoas tenham acesso a esta tecnologia, utilizando-a nas suas diversas atividades, como educativas, comerciais, industriais e financeiras, entre outras.
Paralelamente a este avanço tecnológico surgiram novas formas de conduta antisocial fazendo dos equipamentos de informática, meios de delinqüência e de infrações.
Entre as condutas ilícitas mais comuns que constituem os chamados "delitos informáticos" estão: o acesso não autorizado a computadores e sistemas eletrônicos, a destruição e alteração da informações, a sabotagem por computadores, a intercessão de correio eletrônico, a fraude eletrônica e a transferência ilícita de fundos.
A Organização das Nações Unidas reconheceu que este tipo de delito é um sério problema, já que vários países não adequaram suas legislações mediante a criação de novos tipos penais e procedimentos de investigação. Países membros da União Européia têm uma regulamentação mais abrangente no campo da informática, incluindo a segurança de dados, as criações intelectuais relativas a informática, defraudação informática, entre outros. Estabelecem como condição de acesso aos seus arquivos policiais que o país solicitante tenha legislação protetora da privacidade informática. A Alemanha, a França e a Áustria criaram uma lei específica para tal, enquanto que os Estados Unidos, a Argentina e a Espanha optaram por inclusão em seus Códigos Penais.
A tipificação desse tipo de delito pelas legislações de todos os países é medida urgente e que não pode esperar mais. Como afirmativa disso tivemos recentemente a invasão dos principais "sites" da rede mundial de computadores "INTERNET", que sofreu ação dos chamados "hackers" ou piratas cibernéticos. Essa ação, embora não tenha chegado atingir diretamente aos consumidores, impediu a oferta de serviços, pois tiraram os sites do ar. É difícil medir a dimensão de uma ação desta e de outras modalidades de ataque, como as realizadas por piratas chineses que invadiram páginas do Governo Americano para protestar contra o bombardeio da Embaixada da China em Belgrado, ou a suspensão das atividades do Lloyds em Londres ao descobrir invasão de hackers, e ainda a constatação da American Express e da Discover que vários números de seus cartões haviam sido descobertos e publicados ensejando sua substituição. Estes são exemplos recentes e é preciso que estejamos preparados para aplicar a punição devida a este tipo de delito
, desencorajando qualquer conduta incentivada por esses piratas cibernéticos, até agora de difícil identificação, mas não é, de forma alguma, tarefa impossível. Acresça-se ainda que, a tipificação desse delito, possibilitará, inclusive, a reparação de danos prevista no Direito Civil, pois é princípio fundamental do Direito Penal : "não há crime se não há lei que o defina."
Uma questão tem sido suscitada em razão das características peculiares ao cometimento deste tipo de delito: a possibilidade de ser feito à distância, envolvendo diversos países, motivo pelo qual surgem dificuldades vinculadas ao Direito Internacional, em especial no que diz respeito a quem compete investigar e punir tais ilícitos. Assim, há que se considerar sempre os princípios que determinam a jurisdição internacional para sua aplicação em nosso território.
Assim sendo, faz-se mister a tipificação deste tipo de delito, bem como a sua punição, cuja penalidade deve ser estabelecida de forma a desincentivar o seu cometimento.
Procuramos tipificar cada delito, utilizando classificação similiar àquela adotada pelo Código Penal Brasileiro, bem como para o critério básico de aplicação da pena, sempre sem prejuízo da punibilidade aplicável a cada caso, quando de sua utilização para cometimento de outros crimes já tipificados pelo Código Penal.
Em razão do exposto, entendemos que este projeto ao definir como conduta delituosa determinados procedimentos até agora não tipificados no nosso Direito Penal, pretende preencher uma lacuna existente no ordenamento jurídico, colocando nosso país em igualdade com outros tantos.
Isto posto, é de suma importância contarmos com o apoio imprescindível dos nobres colegas na aprovação do presente projeto.
Conheça algumas táticas dos hackers
Depois do ataque aos principais sites americanos em fevereiro, várias páginas brasileiras também foram vítimas da ação de hackers, que retiraram sites do ar, alteraram o conteúdo das páginas ou dificultaram o acesso a elas.
Principais táticas dos hackers:
Ataque DNS - cada computador conectado à Internet recebe um número que o identifica, chamado de endereço IP. Para que o internauta não precise digitar o endereço IP de um site quando quiser visitá-lo, existe o sistema DNS ("domain name service"), que converte os números IP (como 200.220.21.204, por exemplo) em endereços mais fáceis de lembrar. Durante um ataque DNS, os criminosos invadem os computadores que controlam essa conversão, fazendo com que todos os internautas que acessem um determinado site sejam redirecionados para uma página criada pelos hackers, que geralmente contém xingamentos ou mensagens de protesto. Os ataques DNS são bastante comuns, inclusive no Brasil.
Ataque a provedores - quando o usuário se conecta à Internet, o micro envia um pedido de conexão ao provedor de acesso, que verifica a senha digitada pelo internauta. Se ela estiver correta, o provedor responde autorizando a conexão; para iniciar a navegação, a máquina do usuário precisa enviar um terceiro comando, encerrando o processo. Nos ataques a provedores, o hacker impede a transmissão desse comando, deixando o provedor de acesso "pendurado" na linha por até 20 minutos.
Repetindo o ataque várias vezes por minuto, é possível congestionar o sistema de um provedor, impedindo que os internautas se conectem a ele.
DDoS - "Distributed denial of service", operação que consiste em bloquear o acesso a um site sobrecarregando-o com pedidos de acesso.
Inundação - com programas especiais, o hacker escraviza computadores conectados à Internet, utilizando-os para enviar muitos pedidos de acesso a um determinado site, causando lentidão ou o desligamento do mesmo. É o principal tipo de ataque DDoS.
Fonte: Folha de São Paulo - São Paulo/SP
Brincadeira da Microsoft permite invasão a sites
Uma frase secreta colocada propositalmente por engenheiros da Microsoft em um dos seus softwares pode ser utilizada para obter acesso a diversos sites.
O arquivo que contém o código é o dvwssr.dll, presente no FrontPage 98, programa de criação e de administração de sites. Os sites passíveis de invasão são os que utilizam o programa.
A frase faz uma brincadeira, depreciando a força da concorrente direta da Microsoft, a Netscape, dizendo "Netscape Enginners are weenies" ou, em português, algo como "Os engenheiros da Netscape são inferiores". Acessando o arquivo com a frase-senha, um hacker poderia fazer algumas alterações e obter permissão para entrar em outros arquivos de um site.
A Microsoft pretende avisar aos consumidores sobre o problema, assim que estiver terminada uma auditoria feita pela Rain Forest Puppy, uma firma de segurança na Internet.
Magnet
Impressora projetada em 1821 é reconstituída
A tecnologia mudou durante todos esse tempo, mas isso não foi empecilho para que um grupo de cientistas finalmente construíssem uma impressora projetada há 179 anos. A máquina, parte da calculadora mecânica sonhada pelo pioneiro britânico da computação Charles Babbage em 1821, ficou pronta nesta quinta-feira e será exibida no Museu de Ciências de Londres.
Babbage não viveu para ver sua invenção admirável concretizada. A impressora foi construída segundo o projeto da primeira máquina de calcular de Babbage (Difference Engine No. 2) pelos engenheiros do Museu de Ciência para as comemoração do bicentenário do nascimento do pioneiro. A impressora de 4 mil peças pesa 2,5 toneladas e imprime automaticamente os resultados dos cáculos feitos na máquina matemática de Babbage.
Reuters Limited
Ericsson denuncia fraude via e-mail
A Ericsson vem sendo vítima de uma fraude disseminada por meio da Internet, segundo a qual a empresa estaria distribuindo aparelhos celulares gratuitamente, informou hoje a empresa. Segundo a companhia de telecomunicações, a promoção não existe. "A Ericsson lamenta que a Internet, tão importante para as comunicações globais, seja utilizada de maneira inescrupulosa, causando sérios transtornos à empresa e abusando da boa fé das pessoas", diz a nota da empresa.
A Ericsson afirma estar tomando as providências cabíveis para identificar a origem desta ação fraudulenta.
Zero Hora/Agência RBS
Microsoft minimiza bug no FrontPage
A Microsoft deu declarações minimizando a importância do bug encontrado no option pack das Server Extensions (extensões de servidor) do FrontPage para Windows NT. Segundo a empresa, para a pessoa invadir a administração de um site usando o bug, ela já precisa ter acesso a um outro site rodando em Windows NT. Ela sustenta ainda que, para consertar o problema, basta deletar o arquivo dwvssr.dll, que contém a frase-código "Netscape enginners are weenies", algo como "Os engenheiros da Netscape são inferiores".
John Pescatore, analista do Gartner Group, disse que as coisas não são tão simples assim. "É muito cedo para saber o quão perigoso o bug pode ser. Além disso, o problema ao menos mostra a falta de controle da Microsoft sobre todas as etapas da produção de seus softwares."
Ele criticou o fato de a empresa de Bill Gates não pretender consertar o problema, forçando os consumidores a fazer um upgrade. "Eles lucrarão em cima da sua própria deficiência", disse Pescatore.
O bug pode ser utilizado para ler códigos-fonte de arquivos com extensão ASP (Active Server Pages). Segundo uma empresa de consultoria em segurança, não é tão perigoso que permita a apropriação de informações de cartões de crédito, por exemplo, como foi divulgado em algumas reportagens.
Para a Microsoft, não há muito que um hacker possa fazer com o bug, a não ser confirmar a existência de um determinado arquivo com extensão ASP, procurando-o pelo nome.
Magnet
O vírus das bolsas nas estrelas da rede
O futuro prometia um caminho sem tropeços para as empresas baseadas na Internet (as pontocom), até a semana passada, quando a Nasdaq, pregão eletrônico especializado em empresas de tecnologia, biotecnologia e Internet, registrou a maior queda da sua história, depois de um mês de altos e baixos. Junto com a Nasdaq, afundaram pontocoms famosas como a Value America, que perdeu 96% de seu valor em relação ao seu mais alto nível obtido em 1999, e a Drugstores.com, farmácia online que caiu 90%.
Nem mesmo as estrelas da Internet escaparam do vírus das bolsas no mundo virtual. A ação do portal Yahoo, a mais famosa estrela da Nova Economia e uma das únicas a dar lucro até agora, caiu 50% em relação ao seu mais alto nível, alcançado em janeiro. Os títulos da Amazon.com perderam cerca de 60% do valor, e sites como o de venda de alimentos Peapod (queda de 80% na bolsa) e o distribuidor de música CDNow (baixa de 85%), que já estavam à beira da falência, estão agora em uma situação ainda mais complicada.
"É o fim da lua-de-mel do comércio eletrônico" acredita Joe Sawyer, analista da Forrester Research, que prevê o desaparecimento da maioria das empresas virtuais no prazo de um ano.
Sawyer não está sozinho. Outro observador do mercado, Henry Blodget, da Merril Lynch, expressava a certeza de que 75% das empresas Internet jamais dariam lucro, em um comentário divulgado dias antes do naufrágio.
O impacto das empresas pontocom na economia norte-americana e a força da Internet como ferramenta de comunicação foram os responsáveis pela proliferação e valorização das empresas virtuais. Há cinco anos, havia uma única empresa Internet com ações na bolsa, era a America Online, que valia US$ 1 bilhão. No momento da crise, mais de 4 mil empresas ofereciam ações, e a soma dos seus valores de mercado superava os US$ 1 trilhão.
Até os primeiros sinais de abalo na Nasdaq, o mercado vivia um clima de "pânico comprador". A ordem era comprar ações de qualquer companhia.
"Nunca tanta gente investiu em ações desconhecidas. São companhias das quais não se tem nem ao menos uma pista do que fazem ou deixam de fazer" comentava na época o jornalista Thomas Friedman em artigo para o jornal The New York Times.
Divisão da Microsoft vai ser sugerida nos Estados Unidos
A secretaria da Justiça dos Estados Unidos e 19 Estados estão inclinados a pedir ao tribunal que desmembre a Microsoft em linhas de produtos para acabar com o monopólio da gigante do software na indústria de computadores norte-americana. O Washington Post e o USA Today publicaram duas versões diferentes da proposta de solução, ambos citando fontes próximas ao caso.
O esboço de um plano de desmembramento marca momento dramático no processo, que já dura dois anos. É a primeira vez, desde o caso antitruste contra a AT&T, em 1974, que o governo federal considera proposta tão drástica para punir uma corporação que violou as leis do país. A Microsoft prometeu apelar do veredicto de 3 de abril, que considerou a empresa culpada de violar a lei antitruste, e o Post cita um porta-voz da companhia dizendo, no domingo, que o desmembramento seria ir longe demais.
''Não há nada no caso que justificaria essa sentença sem fundamento e que não é do interesse da indústria e dos consumidores'', afirmou o porta-voz Greg Shaw ao Post. Segundo o plano da secretaria da Justiça, a Microsoft seria forçada a separar o sistema operacional Windows do resto da empresa, afirmam os dois jornais. A nova companhia Windows estaria autorizada e incluir funções de navegação na Internet.
A Microsoft seria então forçada a criar uma segunda empresa para vender os softwares, como o processador Word e o programa de planilhas Excel. Essa companhia também pode ter parte da empresa que faz o navegador para acessar a World Wide Web, diz o Post. Se a Microsoft for dividida em três companhias, a terceira seria uma empresa de Internet que ficaria com a Microsoft Network, o provedor de acesso e portal da Web que compete com a America Online e outras empresas.
O USA Today nota que o desmembramento da empresa, se confirmado pelo tribunal, pode levar até dois anos para ser implementado. Nesse ínterim, os promotores devem pedir ao juiz distrital Thomas Penfield Jackson a imposição de limites estritos para as práticas comerciais da Microsoft. Segundo o Post, o plano de desmembramento teria como objetivo criar uma ou duas companhias para vender os softwares necessários para incentivar a competição contra o sistema operacional Windows.
A nova empresa, ou empresas, poderia tanto transformar-se numa concorrente do sistema operacional ou licenciar softwares de rivais potenciais do Windows. O Post e o USA Today afirmaram que a maioria dos 19 Estados devem se juntar à secretaria da Justiça na elaboração do plano.
Reuters Limited
Microsoft despenca e perde quase metade do valor na bolsa em quatro meses
(Segunda, 24 de abril de 2000)
O valor das ações da Microsoft despencou 45% desde o início do ano. A baixa fez o valor da empresa cair US$ 281 bilhões, 68 deles só nesta segunda-feira. A empresa símbolo da bolsa americana e de maior valorização dos últimos anos caiu em desgraça, ao menos temporariamente. O recorde de valorização da Microsoft foi em dezembro de 1999, quando ela atingiu US$ 624 bilhões. Nesta segunda-feira o grupo valia US$ 343 bilhões, depois da queda de US$ 13 na cotação da ação, que estava em 65,15/16 dólares na bolsa eletrônica Nasdaq às 14h GMT (11h, no horário de Brasília).
A ameaça de duras sanções das autoridades antitrustes americanas, que ameaçam decretar até mesmo o desmembramento da Microsoft, espalhou o terror entre os corretores e roubou milhões de dólares das fortunas dos fundadores ou executivos da Microsoft como Bill Gates, Paul Allen ou Steve Ballmer, já que as fortunas deles continuam baseadas em ações da Microsoft.
Bill Gates, reconhecido como o homem mais rico do mundo, viu sua fortuna passar de cerca de US$ 100 bilhões para US$ 53 bilhões. O atual presidente do grupo, Steve Ballmer, ainda assim é um dos maiores milionários do mundo. Sua fortuna era estimada em US$ 29 bilhões no fim de 1999 e hoje é avaliada em US$ 16 bilhões.
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RICHARD STALLMAN hacker e criador da Free Software Foundation
"Eu fui construído em um laboratório em Manhattan, por volta de 1953, e mudei para o Laboratório de Inteligência Artificial do MIT em 1971." Assim começa a autobiografia de Richard Stallman, publicada no The Hacker's Dictionary(O Dicionário dos Hackers), de 1983. Sim, ele é um hacker. Mais do que isso, talvez, ele seja o que chamamos de "pirata" de softwares. Mas, além de tudo, Richard Stallman é um guru. Desde 1984, ele atua como mentor de uma comunidade alternativa que conta hoje com 10 milhões de adeptos em todo o mundo. São pessoas que estão usando o seu sistema operacional, o GNU (General Public User), onde roda o Linux.O princípio básico dessa comunidade é que todo software deve ser livre. Isso significa que o programa precisa ser criado com o código aberto para que qualquer usuário faça dele o que bem entender, sem precisar dar satisfações ou ter de pagar por isso. Quem quiser, pode vender uma cópia para o vizinho, modificar o programa para benefício próprio ou doar uma versão atualizada para uma escola carente. Afinal, é tudo uma questão de liberdade. (Quando solicitei a entrevista, Richard Stallman fez um pedido: que deixasse clara a diferença entre o Linux, desenvolvido pelo sueco Linus Torvalds, e o GNU, desenvolvido por ele. Na verdade, a diferença básica é que o Linux é um dos núcleos que rodam no sistema operacional GNU. A questão é bastante técnica, e, por isso, AMANHÃ sugere aos leitores mais interessados no assunto uma leitura da história do projeto GNU, disponível no endereço www.gnu.org)
O que é, exatamente, um software
livre?
Software livre é uma questão de liberdade,
não de preço. Liberdade para rodar o programa, liberdade para estudar como ele
funciona e modificá-lo para atender às suas próprias necessidades, liberdade
para redistribuir cópias e liberdade para publicar versões modificadas e
ampliadas. Essas são as liberdades necessárias para nossa comunidade
operar.
Você fundou a Free Software Foundation com o objetivo
de "libertar usuários de softwares". Você acredita que seu trabalho está
concluído?
Certamente não. Nós temos sistemas
operacionais livres, mas ainda precisamos torná-los mais amigáveis ao usuário e
necessitamos de muitos programas de aplicação para rodar neles. Geralmente, a
liberdade não está automaticamente segura. Para manter nossa liberdade, temos de
resistir à tentação de desistir disso por alguma razão
conveniente.
Uma das reclamações dos usuários do GNU/Linux é que é
muito complicado de instalar e também de operar...
Nós planejamos fazer um sistema compatível com o Unix, e isso é o
que nós temos. É tão poderoso quanto o Unix e tão fácil de usar quanto ele. Mas
nós temos projetos como o GNOME (uma nova plataforma) para tornar isso amigável
ao usuário. Quanto à instalação, as pessoas me falam que é mais fácil de
instalar o GNU/Linux do que o Windows. Se a maioria dos usuários não percebe, é
porque adquire o Windows pré-instalado. Agora, você pode comprar computadores
com o GNU/Linux pré-instalado também. E isso tornará a instalação mais
fácil.
Quais são as vantagens de se ter usuários e criadores
de todo o mundo contribuindo para um software e modificando-o?
Eles tendem a fazer um software poderoso e confiável. E se
certificam de que não há cavalos de Tróia e portas traseiras, algo de que você
nunca pode estar seguro com um software patenteado. A liberdade para
redistribuir softwares, compartilhar com seu vizinho, é algo de que todo usuário
de computador pode tirar vantagem, sem aprender qualquer programação. A
liberdade para fazer mudanças é mais fácil de ser utilizada se você é um
programador, é claro. Mas, se você não for um, ainda assim pode tirar vantagens.
Pode contratar um programador para fazer as mudanças que você quiser, por
exemplo (empresas e instituições fazem isso). Você também pode convencer um
amigo programador a fazer as mudanças. E você pode até mesmo aprender um pouco
de programação para fazer algumas mudanças. A maioria das pessoas não aprende as
habilidades de um carpinteiro profissional, mas muitas pessoas fazem alguns
trabalhos simples e quase todo o mundo algumas vezes martela um prego na
madeira. Imagine uma proposta para proibir e impedir todo o mundo, menos os
carpinteiros autorizados, de fazer qualquer trabalho em madeira. Você
acreditaria no argumento de que "esta liberdade é inútil para os que não são
carpinteiros"? Claro que não. A situação é a mesma para a
programação.
No momento em que você começou a
desenvolver o conceito de software livre, em 1983, 1984, a Microsoft estava
começando a se popularizar...
Em 1983, quando
iniciamos o Projeto GNU, a Microsoft era conhecida pelo MS-DOS, que era um
sistema operacional de brinquedo, para um computador de brinquedo. Eu mal
prestava atenção nela. A Microsoft não fez nada para inspirar o movimento do
software livre.
E alguém já havia pensado o conceito de
software livre antes que a indústria optasse pelo patenteamento de
programas?
Havia softwares livres antes, e
funcionavam. Entretanto, as pessoas que trabalhavam nesses projetos ficaram
tentadas a ceder sua liberdade por causa de benefícios práticos de curto prazo.
Elas não pensaram no assunto e não viram que aquela liberdade e a comunidade
estavam entre os valores em jogo. Em parte porque, até por volta de 1980, os
computadores eram quase exclusivamente operados por empresas e instituições que
os consideravam unicamente como equipamento para fazer negócios, não como um
modo de vida.
Quantos softwares livres estão disponíveis hoje em
dia?
Eu não sei. Se você quer um número, terá de
contar. Pode ser difícil, já que novos pacotes aparecem
diariamente.
Algumas companhias, como Oracle e Adobe,
têm desenvolvido programas para rodar no GNU/Linux. Eles podem ser considerados,
então, softwares livres?
Esses programas não são
softwares livres. O fato de rodarem em GNU/Linux é irrelevante à questão. O que
não os torna livres é que o código de fonte não está disponível e, por isso, os
usuários não têm as liberdades essenciais ao usá-los. Estritamente falando, a
maioria dos pacotes de software livre tem um proprietário legal. O que os torna
livres é o fato de esse proprietário legal respeitar a liberdade dos usuários. O
que faz o banco de dados da Oracle não ser livre é que a empresa usa seus
poderes legais para limitar os usuários. Você não pode usá-lo se quer ser livre.
E nós instigamos as pessoas a desenvolver e usar substituições livres para esses
programas.
Mas ainda há agumas limitações para o
usuário de software livre. Imagens em GIF ou som em MP3, por exemplo. São os
formatos de imagem e som mais usados atualmente e que não podem ser utilizados
sem autorização do proprietário da patente. Isso não atrapalha a popularização
do conceito de software livre? Há um modo de resolver esse
problema?
Isso é verdade nos Estados Unidos, por
causa das patentes de software. Quando um algoritmo ou aspecto é patenteado,
restringe todos os criadores de software. Patentes de software são uma obstrução
ao desenvolvimento de softwares em geral, mas são especialmente ruins para os
softwares livres, porque nós normalmente não conseguimos uma licença para usar a
patente. A solução é não ter patentes de software. A maioria dos países não tem.
Eu acredito que o Brasil não tenha patente de software, e software livre para
MP3 e GIF está legalmente disponível aí.
Você é um hacker. Pode-se dizer que o
software livre é um conceito hacker?
Sim. Mas nós
não reconhecemos o hacker como um invasor de segurança. Um hacker é alguém que
entende de programação e aprecia o assunto. E nós convidamos e encorajamos todo
o mundo a unir-se ao nosso "trabalho de software".
Você fez parte da comunidade hacker do
Laboratório de Inteligência Artificial do MIT...
Eu comecei a trabalhar no IA, em 1971, e pedi demissão em 1984.
Saí de lá para me dedicar ao Projeto GNU e, em 1985, fundei a Free Software
Foundation. O que era a comunidade de hackers do MIT e como ela atuava? Era
muito parecida com a atual comunidade de software livre na sua forma de
trabalhar, mas era muito menor. Havia, talvez, 20 hackers lá, mais uma dúzia que
trabalhava em outros lugares. Um computador PDP-10 (um dos precursores do PC)
custava US$ 1 milhão naquela época. Logo, não havia muitos
hackers.
Há alguma relação entre a internet e o
conceito de software livre?
Sim, mas não tão
próximo quanto algumas pessoas pensam. Nos anos 80, eu usava e-mail
freqüentemente para trabalhar com pessoas que não estavam de fato na internet.
Minha experiência dizia que mandar e-mails era suficiente. Hoje, a internet
torna as coisas mais fáceis. Mas os softwares também são vendidos em CDs. A
possibilidade de vender uma cópia é uma das liberdades essenciais para definir o
software livre.
Você diria que o projeto GNU é um projeto
empresarial?
Não, é um projeto
político-social.
A filosofia do software livre é contra
alguma prática empresarial?
Nós rejeitamos a
prática de software patenteado, porque isso divide e subjuga os usuários e assim
os impede de formar uma comunidade, de interagir. Essa não deve ser
exclusivamente uma prática empresarial, porque indivíduos e escolas também
desenvolvem softwares e os patenteiam por razões diferentes das de negócio. Para
nós, os motivos não importam: subjugar os usuários é errado, não importa a
razão.
O governo francês estuda a adoção do GNU/
Linux para o seu sistema de processamento de dados...
Há uma proposta de lei na França que diz que o governo deveria
usar software livre sempre que houver um software livre disponível para o
trabalho, o que não exclui os sistemas operacionais
patenteados.
A idéia surgiu como uma forma de defesa da
soberania. Você pensou nisso quando imaginou o software livre?
Sim, pensei. O software livre permite ao usuário decidir o que
seu software fará - os usuários estão no comando do programa que rodam. Isso se
aplica tanto aos indivíduos como também aos governos e
empresas.
Como você reage às críticas da Microsoft,
que argumenta que software livre não é seguro?
Verdadeiros peritos de segurança dizem que você não deveria
confiar em um programa que não seja livre, para sua segurança e privacidade,
porque você está à mercê do criador. Se o criador acidentalmente introduzisse um
vírus que abrisse um buraco ou deliberadamente acrescentasse uma porta traseira
para bisbilhotar você, ninguém conseguiria localizar ou consertar isso. Alguém
no ministério de defesa francês recentemente afirmou que o Microsoft Windows
contém uma porta traseira, introduzida para permitir que a Cia espione qualquer
um. Eu não sei se é verdade, mas está claro que não existe nenhum modo fácil de
verificar se é falso. Você pode confiar cegamente na Microsoft ou não usar o
software deles. Com o software livre, você tem não só a liberdade para conferir
isso pessoalmente, como também sabe que uma comunidade de pessoas como você está
fazendo a conferência. Você ainda precisa confiar nos criadores do software, mas
não cegamente.
Qual a perspectiva para o futuro do negócio da informática? Os
softwares livres ficarão por cima?
Essas
perguntas não podem ser respondidas hoje, porque a batalha continua. Seus
leitores ajudarão a decidir o resultado.
Justiça propõe divisão da Microsoft em duas empresas
Sexta, 28 de abril de 2000, 17h35min
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos apresentou, na tarde desta sexta-feira, uma proposta para dividir a Microsoft em duas. Uma ficaria responsável pelo sistema operacional Windows, e a outra, pelos demais softwares da empresa. A Microsoft tem até o dia 10 de maio para apresentar outra solução.
O processo, iniciado pelo Departamento de Justiça e por mais 17 estados americanos, acusa a Microsoft de chegar ao monopólio do mercado de softwares por meio de concorrência desleal e venda casada de produtos - leia-se Windows e Internet Explorer integrados.
Conforme a proposta apresentada ao Juiz Thomas Penfield Jackson, uma das empresas concebidas pela divisão da Microsoft seria responsável pela família de sistemas operacionais Windows. A outra ficaria com as demais produtos, incluindo o Office, o Internet Explorer o provedor de acesso e conteúdo MSN.
A proposta de divisão ainda não representa a condenação em definitivo da Microsot. Mas a empresa tem somente até o dia 10 de maio para apresentar uma solução que o juiz Jackson considere melhor do que a sugerida pelo Departamento de Jsutiça.
Redação Terra
Projeto proíbe venda casada de hardware e software
21/8/2003 - 8:38 Omar Kaminski
O deputado Sérgio Miranda (PCdoB/MG) apresentou, na terça-feira (19/8),
projeto de lei que modifica a Lei de Licitações, para disciplinar a aquisição em
separado de equipamentos de informática e os respectivos sistemas operacionais e
aplicativos. O objetivo é garantir a isonomia e o princípio da igualdade de
oportunidades.
Segundo o parlamentar, a "venda casada" de hardware com o
sistema operacional Windows, praticada pela empresa Microsoft, "tem
inviabilizado a livre disputa com o sistema operacional aberto GNU-Linux". Para
ele, essa "venda casada" é "injusta e incompatível com os princípios da ampla
concorrência", em razão da pressão exercida por "empresas que dominam de forma
monopolista o setor" sobre as montadoras e produtoras de computadores.
Na justificação, o deputado afirma que a desvinculação proposta
permitirá que outras empresas possam oferecer seus produtos alternativos ao
sistema operacional que conquistou a condição de monopólio. "Essa alternativa já
se apresenta com qualidade compatível e até superior aos programas que hoje são
adquiridos sem a menor chance de disputa", disse o deputado, explicando ainda
que tal opção "poderá resultar também em redução de preços e em aquisições mais
vantajosas para a administração pública que é, afinal, o objetivo maior da Lei
em questão".
"A possibilidade da administração pública usufruir de um
sistema operacional alternativo ao dominante, abre, ainda, outras chances de
desenvolvedores nacionais de programas abertos oferecerem seus produtos ao
Estado. É sabido que o sistema operacional aberto apresenta compatibilidade com
inúmeros programas proprietários, o contrário, entretanto, não é verdade, ou
seja, o sistema operacional monopolista não cede espaço aos programas abertos,
que não rodam sob seu domínio", argumentou.
Sérgio Miranda é também autor
do projeto de lei nº 7.120/02, determinando a adoção de sistemas abertos pelo
Poder Público, na oferta de facilidades e na prestação de serviços públicos por
meio eletrônico, que se encontra apensado ao projeto de lei nº 2.269/99, de
autoria do deputado Walter Pinheiro (PT/BA).
Leia a
íntegra:
PROJETO DE LEI N.º 1.739 DE 2003
Inclui o art.
40-A na Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, para disciplinar as licitações
para aquisição em separado de equipamentos de informática e os respectivos
sistemas operacionais e aplicativos.
O Congresso Nacional
decreta:
Art. 1º A Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, passa a vigorar
com as seguintes modificações em seus dispositivos:
"Art. 40-A. Nas
licitações para compra de bens de informática, a aquisição de hardware não
poderá estar vinculada à aquisição de software, ressalvados os casos de
impossibilidade de desvinculação dos produtos, mediante justificativa técnica
aprovada pela autoridade superior.
Parágrafo único. Para atendimento das
disposições do caput deste artigo, as licitações de que se trata deverão ser
processadas separadamente ou em uma única licitação, dividindo-se o seu objeto
por itens independentes entre si."
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na
data de sua publicação.
| Noticias |
Lei de Licitações pode priorizar software aberto
21/8/2003 - 8:24 Omar Kaminski
A senadora Serys Slhessarenko (PT/MT) apresentou, dia 14 de agosto, projeto
de lei que altera o artigo 45 da Lei nº 8.666/93 (Lei Geral de Licitações), para
disciplinar a aquisição de programas de computador pela administração pública. A
proposta defende a prioridade de adoção de software aberto pelo governo, visando
contribuir para a redução dos gastos com produtos de informática, e para o
desenvolvimento de soluções para as demandas específicas dos órgãos e entes
públicos nessa área.
A proponente justifica que o uso de programas de
computador abertos tem crescido de forma significativa em todo o mundo,
"principalmente como alternativa a monopólios como o da Microsoft Corporation".
Ela enumera que os programas abertos têm menor custo ― muitos deles sendo até
mesmo gratuitos ― e o acesso ao seu código fonte liberado, "o que possibilita
sejam neles feitas alterações, de modo a adequá-los às necessidades específicas
do usuário", citando como exemplo mais emblemático o Linux, "sistema operacional
que vem sendo adotado com êxito por um número cada vez maior de
organizações".
Para a senadora, tais normas devem ser estendidas à União,
Estados, Distrito Federal e demais Municípios, com a inserção de dispositivos
acerca da matéria na Lei Geral de Licitações. "É importante frisar que, a nosso
ver, regras dessa natureza não devem ser tão rígidas que impeçam a Administração
de adquirir softwares a título oneroso, quando essa opção se revelar a mais
consentânea com o interesse público. De fato, nem sempre o programa aberto e
gratuito atenderá satisfatoriamente às necessidades da máquina administrativa",
justificou.
O projeto se encontra na Comissão de Constituição, Justiça e
Cidadania (CCJ), aguardando abertura de apresentação de emendas e posterior
distribuição.
Leia a íntegra:
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 330,
DE 2003
Altera a redação do art. 45 da Lei nº 8.666, de 21 de
junho de 1993, que "regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal,
institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras
providências", para disciplinar a aquisição de programas de computador pela
Administração Pública.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º O
art. 45 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, passa a vigorar acrescido dos
seguintes parágrafos, renumerando-se os demais:
"Art. 45.
…………………………………………………………………………………………………
§ 5º Somente será realizada
licitação ou contratação direta, com base no inciso II do art. 24, para a
aquisição de programas de informática quando a autoridade competente acolher, em
despacho motivado, parecer técnico que conclua pela ausência de programas
abertos gratuitos capazes de suprir adequadamente as necessidades da
Administração.
§ 6º Entende-se por programa aberto aquele cuja licença de
propriedade industrial ou intelectual não restringe sob nenhum aspecto a sua
cessão, distribuição, utilização ou alteração de suas características originais,
inclusive o acesso ao seu código fonte, com vistas a modificá-lo, integralmente,
se necessário, para o seu aperfeiçoamento, bem como a distribuição de suas
versões modificadas.
§ 7º A seleção de programa de cujo funcionamento
dependam outros programas e equipamentos utilizados pela Administração, nas
hipóteses dos §§ 4º e 5º levará em conta seu impacto sobre os custos globais de
contratação de bens e serviços de informática do órgão ou
entidade.
…………………………………………….(NR)"
Art. 2º Esta lei entra em vigor
na data da sua publicação.
Omar Kaminski é advogado especializado em Direito da Informática e
responsável pelo site Internet Legal.
Leia também:
Lei
de Licitações pode priorizar software aberto
Entrevista com Lúcio Melre da Silva, secretário de tecnologia da informação e das comunicações do STJ
Está bem próximo o dia em que qualquer pessoa poderá consultar o andamento de um processo judicial pela internet, com apenas alguns cliques, independente do local do país onde esteja.
Os dados processuais de toda a Justiça Federal serão em breve integrados por meio de um sistema desenvolvido em software livre e estarão disponíveis na internet para consulta pelos cidadãos.
Nesta entrevista, o secretário de tecnologia da informação e das comunicações do STJ, Lúcio Melre da Silva, explica o projeto e sua importância para o Judiciário. O chefe da seção de integração do STJ e gestor técnico do sistema, Luís Otávio Gouveia, fala ainda sobre o uso do SL e sobre o porquê da escolha dessa plataforma.
SLGOV.BR - O STJ prepara um portal que pretende integrar os órgãos da
Justiça Federal. Que projeto é esse?
Melre - Antes de
explicar o projeto, é importante passar uma visão de como funciona o Conselho da
Justiça Federal, CJF, que é presidido pelo mesmo presidente do STJ, Ministro
Edson Vidigal. O CJF é responsável, constitucionalmente, pela supervisão
administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus,
que abrange os cinco Tribunais Regionais Federais e respectivas Seções
Judiciárias. O TRF da 1ª região, sediado em Brasília, possui 14 Seções
Judiciárias vinculadas: Minas Gerais, Bahia, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas,
Roraima, Amapá, Rondônia, Acre, Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Distrito
Federal. O TRF da 2ª região, sediado no Rio de Janeiro abrange as Seccionais do
Rio de Janeiro e Espírito Santo. O da 3ª região, em São Paulo, engloba São Paulo
e Mato Grosso do Sul. O TRF da 4ª região, sediado em Porto Alegre, congrega os
estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. E finalmente, a 5ª região
é composta pelos estados de Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do
Norte e Ceará. Esse tribunal está sediado em Recife.
SLGOV.BR - Então, o que é o projeto de integração e qual a intenção do STJ
ao desenvolvê-lo?
Melre - Entre os muitos projetos de
modernização do STJ, conduzidos pelo ministro Edson Vidigal, está o de
integração de dados. Desde que foram criados em 1989, cada Tribunal Regional
Federal adotou soluções tecnológicas específicas. Não existe padronização, já
que cada tribunal utiliza bancos de dados e linguagens de programação diferentes
dos demais. Qual o impacto disso? Cada Tribunal e Seção Judiciária disponibiliza
informações na internet de modo não padronizado, podendo causar confusão para o
usuário. Esse projeto, intitulado "Integração de base de dados do sistemas da
Justiça Federal", permitirá a troca de dados entre os diversos Tribunais sem a
necessidade de mudanças nas plataformas tecnológicas hoje existentes. Permitirá,
ainda, que o cidadão possa entrar num portal único, que apontará para onde o
processo está tramitando. E toda essa solução está sendo desenvolvida com a
utilização do software livre.
SLGOV.BR - A que serviços os cidadãos, ou mesmo advogados, terão acesso
utilizando este sistema?
Melre - Estamos desenvolvendo um
protótipo. Num primeiro momento, estará disponível a consulta processual por
nome da parte, número do processo, código da OAB e nome do magistrado, entre
outras palavras-chave. Qualquer um poderá consultar. Hoje já é possível ter
acesso a isso em cada um dos TRFs. Se você sabe que o seu processo tramita no
Tribunal Regional da 2ª Região, você entra no site da 2ª Região e consulta o
processo. Mas muitas vezes a parte não sabe onde o processo está tramitando.
Então, estamos construindo um "googlezinho" (referência ao sistema de buscas na
internet mais utilizado pelos internautas). Isso é uma parte do projeto. Vamos
tornar disponível, também, o módulo "Rol de Culpados", uma solução que foi
desenvolvida inicialmente no TRF da 4ª Região, em Porto Alegre, que consiste em
depositar, em um único local, informações sobre as partes em processos
criminais, de forma a permitir com exatidão a consulta à base de dados de todos
os estados da federação. Em princípio, esse módulo deverá ficar restrito à
Justiça Federal. Existe, ainda, o módulo "Emissão de Certidões", que permitirá a
emissão de certidões negativas após pesquisa a todas as bases de dados da
Justiça Federal. Todo esse trabalho está sendo coordenado pelo Ministro Ari
Pargendler, que é o coordenador-geral da Justiça Federal.
SLGOV.BR - Qual o módulo que está mais desenvolvido?
Melre - A consulta processual, pois hoje ela já existe nos sites
de cada um dos Tribunais Regionais. O que estamos fazendo é colocar tudo isso
num único veículo de entrada, em um portal. O protótipo já está pronto, mas
ainda não foi disponibilizado para o público.
SLGOV.BR - Quem está conduzindo o trabalho?
Melre - Foi
instituída uma comissão pelo Ministro Presidente do STJ, Edson Vidigal,
denominada SIJUS, formada pelos Secretários de Informática do Conselho da
Justiça Federal e dos cinco Tribunais Regionais Federais. O STJ participa dessa
comissão como convidado. Essa comissão estabelece as prioridades a serem
adotadas no âmbito da Justiça Federal, e o projeto de integração foi uma delas.
A partir daí, foi criado um grupo de trabalho composto por técnicos,
representando cada um desses tribunais, que assumiu o desenvolvimento da
solução, utilizando uma metodologia de trabalho inédita dentro da Justiça
Federal. Os fóruns de discussão são feitos por meio de vídeo-conferência e as
pessoas contribuem sem precisar se deslocar para Brasília. Com isso, os custos
de desenvolvimento têm sido baixos. Temos tratado esse sistema com muito
carinho, não só porque é um projeto em que acreditamos muito nos resultados, mas
porque tem nos proporcionado muito aprendizado e uma forma diferente de
trabalhar. Estou no judiciário há 20 anos, eu nunca vi um projeto dessa
magnitude, sendo desenvolvido por sete órgãos ao mesmo tempo, que são: STJ, CJF,
TRFs da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª Regiões. Esse projeto de integração é super
importante e num primeiro momento tem como escopo a Justiça Federal. Dando
certo, esse sistema deverá seguir também para as Justiças Estaduais.
SLGOV.BR - Quais os softwares envolvidos?
Luís Otávio -
Estamos utilizando apenas aplicativos em código aberto, como a linguagem Java,
no desenvolvimento das páginas dinâmicas, e o XML. O servidor web é o Tomcat e a
solução roda em Linux e em Windows. O grupo de técnicos é formado por 18
pessoas, sendo 2 de cada Tribunal e 8 do STJ. Disponibilizamos um repositório de
códigos (CVS) e um controle de versões, para que todos os envolvidos possam
depositar suas contribuições diretamente, com registro da última operação feita
e de quem a fez.
SLGOV.BR - É o primeiro trabalho de vocês com soluções não proprietárias?
Qual o motivo dessa escolha?
Luís Otávio - Já utilizamos
aplicativos livres no STJ, porém esta é a primeira iniciativa de desenvolvimento
em software livre. A decisão de se adotar soluções não proprietárias foi baseada
em dois importantes aspectos. O primeiro é que a padronização da plataforma
permitiu a participação de todos os órgãos envolvidos no desenvolvimento desta
integração de bases, sem a necessidade de comprar softwares e hardwares e sem
incorrer em licitações, agilizando a distribuição e o futuro uso do sistema por
esses Tribunais. Um segundo ponto importante é que essas plataformas,
principalmente o Linux e o servidor Tomcat, são leves e velozes, resultando em
boa performance em máquinas menos robustas.
SLGOV.BR - Muitas dificuldades na implantação desses projetos até
agora?
Luís Otávio - Posso dizer que até agora as maiores
dificuldades apresentadas são a falta de domínio do Java e do XML pelos técnicos
do Judiciário e a coordenação de um grupo disperso pelo país. Porém não tivemos
necessidade de buscar apoio fora do Tribunal. Quando necessitamos de
profissionais com determinado conhecimento, buscamos essa pessoa dentro dos
Tribunais e estamos encontrando.
SLGOV.BR - Voltando à questão do uso de software livre, ao adotar tal
solução quais as vantagens que vocês esperam oferecer ao usuário final?
Melre - Vamos fornecer para o usuário final um arquivo em formato
XML, que também é um padrão aberto. Ele poderá tratar esse arquivo da forma que
achar melhor. Um escritório de advocacia, por exemplo, pode pegar o código desse
sistema, alterá-lo e customizá-lo para suas aplicações, deixando disponível as
consultas na formatação que melhor entender. Esse padrão vai ser adotado por
todos que tiverem interesse nesses dados. Fala-se muito na parceria
público-privada - PPP. Para esse projeto estamos adotando a terminologia PPC -
Parceria Público Cidadão, pois a nossa intenção é liberar as consultas para a
comunidade em geral, bem como seus códigos, para que as pessoas contribuam com o
aprimoramento desse código, agregando funcionalidades. Não podemos exigir que o
usuário use determinado software, por isso o padrão é livre.
-SAUDAÇÕES DO GRUPO INCLUDE A TODOS OS SENHORES RESPONSÁVEIS POR RACIONALIZAÇÃO DE CUSTOS DE GESTÃO, QUALIFICAÇÃO, ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA, EDUCAÇÃO E TREINAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA OU PRIVADA, ORGANIZAÇÃO, INSTITUIÇÃO, ENTIDADE SOCIAL E TERCEIRO SETOR, E A TODAS AS PESSOAS INTERESSADAS NO VERDADEIRO DESENVOLVIMENTO DESTE PAÍS E DA CONDIÇÃO MUNDIAL DE CIDADANIA !